Toda Mídia
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Amadores que são

Markos Moulitsas, o principal blogueiro de política dos EUA, vinculado aos democratas, escreve sobre a campanha de lá e avisa que os marqueteiros "precisam começar a suar a camisa, pois estão se mostrando os amadores que são, comparados aos verdadeiros profissionais de mídia". Dá como exemplo o vídeo abaixo, "fenomenal", carregado de humor para quebrar a resistência dos espectadors. Foi criado por Jimmy Siegel, "executivo de publicidade da avenida Madison".
 
O alerta vale para os marqueteiros daqui, nesta campanha até o momento tão pouco inspirada _do vaivém estratégico de Luiz Gonzalez, do PSDB, à alegria empostada por João Santana, do PT.
 

Escrito por Nelson de Sá às 12h46

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De "populismo" a "lei"

Como escreve Renata Lo Prete, "a esperança de Alckmin é que a pergunta-mãe do dossiê volte ao centro do noticiário" (assinantes). No Mato Grosso, o procurador federal de sempre "pedirá à Justiça a quebra dos sigilos de Freud Godoy", atrás da origem o dinheiro.
 
Mas antes o tucano tem um problema maior. No horário eleitoral de ontem na TV e de hoje cedo no rádio, sua atenção está voltada para o Bolsa Família. Ele vai manter e até "ampliar", discurso que, destaca o "Painel", "não basta" (assinantes). Daí o tucano ter declarado, na entrevista à rádio Bandeirantes (aqui, a reportagem do G1) mas ainda não na propaganda de rádio e TV, que planeja transformar o programa em lei.
 
Registre-se, com algum espanto, que é também uma das exigências do ex-petista Chico de Oliveira, do já rachado PSOL, para o apoio a Lula. O sociólogo quer até mais: uma emenda constitucional para o Bolsa Família.
 
De volta a Alckmin, sua batalha para se associar ao programa de Lula _que ele evita vincular a FHC, na propaganda_ não é das mais fáceis. Nelson Motta, por exemplo, ainda escreve que "o PSDB nega o sucesso do Bolsa Família e o chama de populismo e demagogia eleitoral".
 
A maior ironia é que no primeiro turno, ao menos segundo estudo destacado no "Valor", o programa "ajudou Lula, mas não foi decisivo".

Escrito por Nelson de Sá às 09h56

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A duas semanas, pressões eleitorais

Bom dia. Na coluna "Toda Mídia", "A edição do debate", a volta pouco inspirada do horário eleitoral, a duas semanas da eleição (assinantes).

Abaixo, as primeiras páginas dos principais jornais (clique nas imagens). Na Folha, a manchete trata do ataque e retratação da campanha petista _em seu spam diário e no site_contra a família de Alckmin. "O Globo" (cadastro), a resposta de Alckmin à entrevista do jornal com Lula, ontem. Em "O Estado de S. Paulo", o Ibope dá números ainda maiores à vantagem do petista. Registre-se que o Vox Populi dá menos, dez pontos.

No "Valor", o destaque de campanha é que "pressões eleitorais em favor da ampliação do corte do juro básico tornam tensa a reunião do Copom na quarta-feira, mas o BC vai ignorá-las" e deve cortar só 0,5 ponto. Outras primeiras páginas de jornais do Brasil e do mundo, aqui (clique em "Map View" e depois em "S. America" para encontrar os brasileiros).

 

  

Escrito por Nelson de Sá às 08h26

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De volta, "Freud sangra"

Em reportagem de Flávia Marreiro na Folha, "a crise do dossiê perdeu força e exposição" e, dizem analistas, foi o que mais influenciou a ampliação da vantagem de Lula, na pesquisa (assinantes). Trechos: 
_ Para Maulo Paulino, do Datafolha, o que impulsiona a recuperação é o enfraquecimento da agenda negativa... "Com menos espaço para a crise do dossiê, principalmente na TV, os números estão sofrendo acomodação", diz o marqueteiro Chico Malfitani... Na análise do cientista político Rogério Schmitt, o cenário é provisório: "Os indecisos estão esperando a campanha, que vai ser fortemente televisiva". Segundo ele, na TV, o dossiê vai voltar e ter influência, mas, sem fatos novos, "dificilmente vai ter fôlego até o fim".
O dossiê já voltou hoje, até por falta de alternativa e ainda com cenas do debate da Band, no programa de Alckmin. E aqui e ali vão surgindo possíveis "fatos novos". Daí a avaliação do QuidNovi, de Luís Costa Pinto:
Aparentemente, um escalão avançado de investigadores da PF obteve dados de Freud Godoy e, nesses dados, constaria depósito suspeito de RS 396 mil. O depósito, que ele nega existir, viria de Naji Nahas, cinco dias antes da trapalhada do dossiê... Os dirigentes mais apressados do PT são ingênuos se crêem que a inocência de Godoy será admitida antes da eleição pelos investigadores e pela mídia, mesmo que verdadeira. Ele está no limbo e ficará até lá. Não adianta espernear e acusar de ilegalidade quem distribuiu informações supostamente saídas de movimentação financeira _em campanha, regras civilizadas do estado de direito são revogadas e quem está no foco sangra.

Escrito por Nelson de Sá às 12h11

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O terceiro vírus

Sobre o viral que corre há dias por e-mail e se disseminou ontem no YouTube, a Folha noticia que "Questão sobre PCC fez Alckmin parar entrevista". Destaca que ele "ficou irritado" ao ouvir sobre "grupos de extermínio" e saiu dizendo, "se eu soubesse, não tinha entrevista".
 
É o terceiro viral com algum êxito na campanha, depois da piada de Lula sobre Pelotas e da promessa de José Serra para Boris Casoy, aqui. A assessoria de Alckmin diz que ele foi editado "fora do contexto". Abaixo, o trecho retirado do programa "Dateline", da australiana SBS:
 

Escrito por Nelson de Sá às 09h51

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Monomotor!

Bom dia. A coluna "Toda Mídia" de hoje, "11 de outubro!", retrata como a televisão, os sites e outros se agarraram ao choque de um pequeno avião em Nova York, na quarta-feira de pouco noticiário. E registra que a Globo, finalmente, mencionou o debate da Band. (assinantes)

Abaixo, as primeiras páginas dos principais jornais (clique nas imagens), sem o "Valor", que não é publicado em feriados. Na Folha e em "O Estado de S. Paulo", além das manchetes, destaque para o horário eleitoral que recomeça hoje na televisão. Em "O Globo", Lula segue no bate-estaca contra Alckmin quanto ao corte de gastos e à privatização _em outras palavras, Bolsa Família e Petrobras.

Outras primeiras páginas de jornais do Brasil e do mundo, aqui (clique em "Map View" e depois em "S. America" para encontrar os brasileiros).

  

Escrito por Nelson de Sá às 08h55

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"Eu estou animado"

 
Já está no ar, no site da rádio Bandeirantes, o áudio (requer paciência)
da entrevista em que Geraldo Alckmin reage aos resultados da pesquisa. Ele diz, entre outras coisas, nos trechos selecionados na Folha Online:
_ A campanha vai recomeçar amanhã, com TV e rádio. Zera tudo, começa daqui para frente. Nós vamos crescer de novo. Sou
candidato de chegada... Sempre gostei de estatísticas, mas como erraram, uma barbaridade. Você pode escolher quem errou menos.
Depois, foi mais contido diante dos repórteres. Dele, segundo o G1:
_ É uma pequena oscilação. Está ótimo. A diferença é pequena. São praticamente 11 pontos. É só virar cinco pontos... A campanha parou nestes últimos 10, 11 dias. Então, teve um esfriamento, mas ela agora recomeça e recomeça forte. Eu estou animado.
E saiu dizendo que caiu por "um problema de metodologia'' na pesquisa.

Escrito por Nelson de Sá às 12h34

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O debate e os eleitores "de maior renda"

De Mauro Paulino, diretor-geral do Datafolha:
_ Se o debate exerceu alguma influência, foi entre os que têm renda e escolaridade mais altas. O fato novo entre as pesquisas foi o debate, e foi nesses segmentos que Alckmin caiu mais.
E do relatório do Datafolha, no site do instituto:
_ Alckmin perdeu pontos em segmentos nos quais têm maior força, enquanto Lula obteve ganhos nesses estratos. Embora as variações não tenham sido suficientes para tirar a ampla vantagem em segmentos como os eleitores do Sul, os mais escolarizados, de maior renda, elas contribuíram para a ligeira ampliação da vantagem de Lula, que também ganhou pontos no Nordeste.

Escrito por Nelson de Sá às 10h27

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Candidato interrompido

Para quem não se contenta com os números, estão no ar as avaliações do Datafolha nos blogs de Josias de Souza na Folha Online ("água gelada na cabeça de Alckmin"), Fernando Rodrigues no UOL ("Lula avançou sobre eleitorado alckmista"), Ilimir Franco no Globo Online ("a postura adotada por Alckmin ao gosto dos falcões o prejudicou") e Reinaldo Azevedo na Veja Online ("risco, agora, é mudar a linha adotada"). Mais o Terra Magazine de Bob Fernandes, a Carta Maior de Marco Aurélio Weissheimer e o QuidNovi de Luís Costa Pinto.

Do pefelista Cesar Maia, que apóia Alckmin, via ex-blog (cadastro):

_ Os três pontos a menos de Geraldo apontam em duas direções. Primeiro, o eleitor típico de Heloísa Helena, basicamente de classe média, nível superior, politizado de esquerda: todos os números de perda de Geraldo cruzam com este eleitor. Típico de HH, mas não apenas dela. Segundo, a primeira semana após a eleição. Tudo errado. Ele vinha crescendo, um pouco acelerado pelo dossiê. No dia seguinte, teria que reforçar a presença em várias capitais. Mas ficou cravado em SP e Brasília tratando de conchavos e fotos desabonadoras. Com isso a curva de crescimento se interrompe.

Escrito por Nelson de Sá às 09h44

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Especulação e queda de Alckmin

Bom dia. A coluna "Toda Mídia" de hoje, "Especulação vazia", retrata a boataria de ontem com a pesquisa Datafolha na blogosfera e em pelo menos uma agência de notícias, a ponto de se falar que Geraldo Alckmin já estaria na frente de Lula no levantamento (assinantes Folha e UOL).

Na primeira página de hoje (ver abaixo), a Folha destaca que Lula, na realidade, aumentou a vantagem de 8 para 12 pontos nos votos válidos. E "o tucano perde apoio entre os mais ricos e instruídos". A pesquisa é a manchete e o texto mais lido nesta manhã, na Folha Online. Também é manchete nos portais UOL e G1, nos sites da Reuters Brasil (que arriscou ontem os números de Marta Suplicy) e de "O Estado de S. Paulo" etc.

Nos demais jornais, destaque para o conflito estabelecido após as declarações de Yoshiaki Nakano, "apontado como potencial ministro da Fazenda num eventual governo Alckmin", em entrevista à Reuters ainda na segunda-feira. Em "O Globo" (cadastro), explicando sua manchete, "economista tucano propõe reduzir despesas e PT diz que haveria recessão". Em "O Estado", explicando a manchete, Lula e aliados "alegam que o tucano vai cortar ações sociais; 'mentem', diz Alckmin".

O "Valor Econômico" se concentrou menos no corte de despesas e mais na defesa "polêmica", esta feita ontem por Nakano em seminário no Rio, do "câmbio administrado" e do "controle da saída de capitais". É o texto mais lido no site do jornal, agora pela manhã.

Outras primeiras páginas de jornais do Brasil e do mundo, aqui (clique em "Map View" e depois em "S. America" para encontrar os brasileiros).

 

  

Escrito por Nelson de Sá às 08h28

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Rindo à toa (com US$ 1,65 bi)

Os novos bilionários Chad e Steve estão no ar, é claro que no YouTube, "rindo à toa", no dizer do Blue Bus. Se não rolar, tente aqui

Escrito por Nelson de Sá às 13h20

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"Socorro!"

Uma pesquisa Datafolha aqui, um debate na Band ali, um horário eleitoral que vai voltar em pleno feriado. E muito "spin", dos dois lados. A esgotada campanha avança lenta, neste segundo turno. Do blog do jornalista Luis Nassif, ontem no meio do dia, sob o título "Socorro!":

_ Quero minha mãe! Quero dormir e acordar no dia seguinte às eleições.

Escrito por Nelson de Sá às 13h10

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TV Google, não TV Globo

Sobre a aquisição do YouTube pela Google por US$ 1,65 bi, "O Globo" (cadastro) diz que a "Compra mostra força dos vídeos na internet".
 
Para ser mais preciso, o blog americano de televisão Lost Remote, via Tiago Dória Weblog, avalia que "a compra é um golpe contra o modelo das emissoras de TV, dá a entender que o dinheiro não está mais nelas". Escreve o blogueiro Cory Bergman: 
_ É difícil descrever a magnitude do negócio com o YouTube, não em termos financeiros mas como mais uma prova de que televisão tradicional ainda não está entendendo. Como é que a Apple e agora a Google se tornaram as destinações e os mercados para vídeo na web? Elas são as novas redes usando a mesma moeda _o vídeo_ que a televisão. É porque elas não são limitadas pelo pensamento da velha mídia. O grau de negação do acordo Google-YouTube, até o último minuto, prova o que quero dizer. Primeiro era "quem vai assistir esses estúpidos clipes on-line"; depois, "eles nunca vão dar lucro"; finalmente, "serão processados até falir".
É preciso que as redes entendam, avisa o Lost Remote, que "isso não é sobre controle, é sobre escolha, isso não é sobre massa, é sobre nicho". Em outra tradução, isso não é sobre poder.
 
PS - Mais sobre a TV Google _e sobre o impacto dos vídeos on-line na política e nas campanhas_ na coluna "Toda Mídia" (assinantes).

Escrito por Nelson de Sá às 09h35

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O debate sumiu (do "JN")

Bom dia. Na coluna "Toda Mídia" de hoje, "Na defensiva, mas reagiu", a avaliação sobre o programa da Band pelos correspondentes de BBC, "Financial Times", "Le Monde", "Clarín" etc. E a ausência de qualquer menção ao debate da concorrente pela Globo, no "Jornal Nacional". (assinantes Folha e UOL)

Abaixo, as primeiras páginas dos principais jornais (clique nas imagens). Curiosamente, "O Globo" é o único a manter a repercussão do debate na manchete. No site do "Valor", o texto de maior leitura nesta manhã, tirado do jornal, é "Debate fortalece Alckmin no PSDB".

Outras primeiras páginas de jornais do Brasil e do mundo, aqui.

 

 

Escrito por Nelson de Sá às 08h34

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O Piauí é aqui, o Piauí não é aqui

Saiu, como destaca o Nomínimo, a revista "Piauí", de João Moreira Salles. Nasce do próprio site, herdeiro do No., uma das primeiras revistas on-line do país. Já tem site próprio, ainda em construção (imagem à esq.). Um único texto foi liberado no Nomínimo, sobre Roberto Jefferson.
 
Capa de Angeli, conto de Rubem Fonseca, texto de Ivan Lessa sobre voltar ao Rio após 30 anos, reportagem sobre as "senzalas eletrônicas" do telemarketing _tais são as atrações. Evitando (mas nem tanto) comparações à "New Yorker", Salles diz que, "como toda a imprensa fugiu desse jornalismo, sobrou um vácuo, que chamo de orfanato; agora vamos descobrir qual é o tamanho do orfanato”. Contando com a Abril como "parceira", o publisher prevê “pelo menos dois anos, dois anos e meio” de fôlego financeiro.
 
Como noticia o Blue Bus, a revista sai com 21 páginas de publicidade, em 70, e "o lançamento está sendo apoiado por campanha criada pela carioca Brasil.com, com o slogan 'a revista para quem tem um parafuso a mais', utilizando cinema, rádio, mídia impressa, mobiliário urbano, mídia indoor em aeroportos, outdoor e internet".
 
Sobre o nome, seria uma homenagem ao Estado mais pobre do país.

Escrito por Nelson de Sá às 12h00

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"Como Mike Tyson"

Nas rádios Bandeirantes/BandNews, o comentarista Franklin Martins avaliou que em debate, "a menos que haja nocaute, não tem vencedor, quem sai um pouco melhor vence por pontos". No caso, Alckmin agiu "como Mike Tyson", tentou o nocaute, Lula titubeou, mas no final "equilibrou". Na CBN, Lúcia Hippólito foi pela mesma linha, dizendo que "ninguém ganha muito em debate, o importante é não perder".
 
A Jovem Pan ouviu cientistas políticos e assemelhados. Francisco Fonseca (FGV) e Jairo Nicolau (Iuperj) destacaram que "desde 89" não se via debate assim, com "tanto Lula como Alckmin" enfrentando ataques. Depois, Rubens Figueiredo e Roberto Romano (Unicamp) deram placar de 2 a 1 para o tucano, que "pareceu mais preparado" e foi "muito incisivo".

Escrito por Nelson de Sá às 11h06

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Arrogância de Alckmin, tergiversação de Lula

Na manchete do site de campanha do tucano, "Geraldo mostra propostas claras e firmeza no combate à corrupção".
 
No "ex-blog" de Cesar Maia (cadastro), que apóia o tucano mas nem tanto, o placar "Geraldo 1 x Lula 0" e a avaliação de que o presidente "desaprendeu a usar a TV, não consegue olhar para a câmera, fala com expressão facial contraída... tudo errado". Por outro lado, para Alckmin, "tudo quase certo", mas "seu tom ficou um pouco acima do recomendado na TV, o que em seu caso ficou na fronteira da arrogância _e o Brasil é muito grande, e não apenas São Paulo".
 
 
Na manchete do site de campanha do petista, "Lula ganha debate de um adversário sem propostas".
 
No site da Agência Carta Maior, que apóia Lula mas nem tanto, a manchete "Pancadaria dará o tom da campanha", com a avaliação de Gilberto Maringoni de que "Alckmin começa melhor, mas Lula recupera terreno e encontro termina em empate". O tucano esteve "dois tons acima de seu normal, milimetricamente ensaiado". Já "o presidente tergiversou" ao tratar das acusações e "devolveu a estocada, perguntando sobre Barjas Negri". Em suma, "o empate no debate, por enquanto, tende a favorecer Lula, que tem a dianteira".

Escrito por Nelson de Sá às 10h00

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Ao ataque

Bom dia. A coluna "Toda Mídia" de hoje, "Conflito, afinal", comenta o debate de ontem, que abriu a campanha para o segundo turno (assinantes Folha e UOL). Também na Folha, os textos de Clóvis Rossi, "Alckmin ataca e Lula reage, em debate inflamado", e Marcelo Coelho, "Candidatos pareciam casal em crise".

Abaixo, as primeiras páginas dos principais jornais (clique nas imagens). O "Valor", em edição posterior, entrou com o registro "Exploração de denúncias marca debate". Fora a cobertura do debate, em que a palavra-chave foi "ataque", atenção nas capas para o anúncio, pela Coréia do Norte, da realização do primeiro teste nuclear. Outras primeiras páginas de jornais do Brasil e do mundo, aqui.

Obs.: Por impossibilidade de acesso na quinta-feira e folga do jornalista na sexta, o blog deixou de ser atualizado no final da semana passada. 

 

  

Escrito por Nelson de Sá às 08h55

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Blog da coluna "Toda Mídia" (assinantes Folha e UOL), de segunda a sexta, pela manhã, escrito pelo jornalista Nelson de Sá.

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