Amadores que são
Escrito por Nelson de Sá às 12h46
De "populismo" a "lei"
Escrito por Nelson de Sá às 09h56
A duas semanas, pressões eleitorais
Bom dia. Na coluna "Toda Mídia", "A edição do debate", a volta pouco inspirada do horário eleitoral, a duas semanas da eleição (assinantes).
Abaixo, as primeiras páginas dos principais jornais (clique nas imagens). Na Folha, a manchete trata do ataque e retratação da campanha petista _em seu spam diário e no site_contra a família de Alckmin. "O Globo" (cadastro), a resposta de Alckmin à entrevista do jornal com Lula, ontem. Em "O Estado de S. Paulo", o Ibope dá números ainda maiores à vantagem do petista. Registre-se que o Vox Populi dá menos, dez pontos.
No "Valor", o destaque de campanha é que "pressões eleitorais em favor da ampliação do corte do juro básico tornam tensa a reunião do Copom na quarta-feira, mas o BC vai ignorá-las" e deve cortar só 0,5 ponto. Outras primeiras páginas de jornais do Brasil e do mundo, aqui (clique em "Map View" e depois em "S. America" para encontrar os brasileiros).
Escrito por Nelson de Sá às 08h26
De volta, "Freud sangra"
_ Para Maulo Paulino, do Datafolha, o que impulsiona a recuperação é o enfraquecimento da agenda negativa... "Com menos espaço para a crise do dossiê, principalmente na TV, os números estão sofrendo acomodação", diz o marqueteiro Chico Malfitani... Na análise do cientista político Rogério Schmitt, o cenário é provisório: "Os indecisos estão esperando a campanha, que vai ser fortemente televisiva". Segundo ele, na TV, o dossiê vai voltar e ter influência, mas, sem fatos novos, "dificilmente vai ter fôlego até o fim".
_ Aparentemente, um escalão avançado de investigadores da PF obteve dados de Freud Godoy e, nesses dados, constaria depósito suspeito de RS 396 mil. O depósito, que ele nega existir, viria de Naji Nahas, cinco dias antes da trapalhada do dossiê... Os dirigentes mais apressados do PT são ingênuos se crêem que a inocência de Godoy será admitida antes da eleição pelos investigadores e pela mídia, mesmo que verdadeira. Ele está no limbo e ficará até lá. Não adianta espernear e acusar de ilegalidade quem distribuiu informações supostamente saídas de movimentação financeira _em campanha, regras civilizadas do estado de direito são revogadas e quem está no foco sangra.
Escrito por Nelson de Sá às 12h11
O terceiro vírus
Escrito por Nelson de Sá às 09h51
Monomotor!
Bom dia. A coluna "Toda Mídia" de hoje, "11 de outubro!", retrata como a televisão, os sites e outros se agarraram ao choque de um pequeno avião em Nova York, na quarta-feira de pouco noticiário. E registra que a Globo, finalmente, mencionou o debate da Band. (assinantes)
Abaixo, as primeiras páginas dos principais jornais (clique nas imagens), sem o "Valor", que não é publicado em feriados. Na Folha e em "O Estado de S. Paulo", além das manchetes, destaque para o horário eleitoral que recomeça hoje na televisão. Em "O Globo", Lula segue no bate-estaca contra Alckmin quanto ao corte de gastos e à privatização _em outras palavras, Bolsa Família e Petrobras.
Outras primeiras páginas de jornais do Brasil e do mundo, aqui (clique em "Map View" e depois em "S. America" para encontrar os brasileiros).
Escrito por Nelson de Sá às 08h55
"Eu estou animado"
_ A campanha vai recomeçar amanhã, com TV e rádio. Zera tudo, começa daqui para frente. Nós vamos crescer de novo. Soucandidato de chegada... Sempre gostei de estatísticas, mas como erraram, uma barbaridade. Você pode escolher quem errou menos.
_ É uma pequena oscilação. Está ótimo. A diferença é pequena. São praticamente 11 pontos. É só virar cinco pontos... A campanha parou nestes últimos 10, 11 dias. Então, teve um esfriamento, mas ela agora recomeça e recomeça forte. Eu estou animado.
Escrito por Nelson de Sá às 12h34
O debate e os eleitores "de maior renda"
_ Se o debate exerceu alguma influência, foi entre os que têm renda e escolaridade mais altas. O fato novo entre as pesquisas foi o debate, e foi nesses segmentos que Alckmin caiu mais.
_ Alckmin perdeu pontos em segmentos nos quais têm maior força, enquanto Lula obteve ganhos nesses estratos. Embora as variações não tenham sido suficientes para tirar a ampla vantagem em segmentos como os eleitores do Sul, os mais escolarizados, de maior renda, elas contribuíram para a ligeira ampliação da vantagem de Lula, que também ganhou pontos no Nordeste.
Escrito por Nelson de Sá às 10h27
Candidato interrompido
Para quem não se contenta com os números, estão no ar as avaliações do Datafolha nos blogs de Josias de Souza na Folha Online ("água gelada na cabeça de Alckmin"), Fernando Rodrigues no UOL ("Lula avançou sobre eleitorado alckmista"), Ilimir Franco no Globo Online ("a postura adotada por Alckmin ao gosto dos falcões o prejudicou") e Reinaldo Azevedo na Veja Online ("risco, agora, é mudar a linha adotada"). Mais o Terra Magazine de Bob Fernandes, a Carta Maior de Marco Aurélio Weissheimer e o QuidNovi de Luís Costa Pinto.
Do pefelista Cesar Maia, que apóia Alckmin, via ex-blog (cadastro):
_ Os três pontos a menos de Geraldo apontam em duas direções. Primeiro, o eleitor típico de Heloísa Helena, basicamente de classe média, nível superior, politizado de esquerda: todos os números de perda de Geraldo cruzam com este eleitor. Típico de HH, mas não apenas dela. Segundo, a primeira semana após a eleição. Tudo errado. Ele vinha crescendo, um pouco acelerado pelo dossiê. No dia seguinte, teria que reforçar a presença em várias capitais. Mas ficou cravado em SP e Brasília tratando de conchavos e fotos desabonadoras. Com isso a curva de crescimento se interrompe.
Escrito por Nelson de Sá às 09h44
Especulação e queda de Alckmin
Bom dia. A coluna "Toda Mídia" de hoje, "Especulação vazia", retrata a boataria de ontem com a pesquisa Datafolha na blogosfera e em pelo menos uma agência de notícias, a ponto de se falar que Geraldo Alckmin já estaria na frente de Lula no levantamento (assinantes Folha e UOL).
Na primeira página de hoje (ver abaixo), a Folha destaca que Lula, na realidade, aumentou a vantagem de 8 para 12 pontos nos votos válidos. E "o tucano perde apoio entre os mais ricos e instruídos". A pesquisa é a manchete e o texto mais lido nesta manhã, na Folha Online. Também é manchete nos portais UOL e G1, nos sites da Reuters Brasil (que arriscou ontem os números de Marta Suplicy) e de "O Estado de S. Paulo" etc.

Nos demais jornais, destaque para o conflito estabelecido após as declarações de Yoshiaki Nakano, "apontado como potencial ministro da Fazenda num eventual governo Alckmin", em entrevista à Reuters ainda na segunda-feira. Em "O Globo" (cadastro), explicando sua manchete, "economista tucano propõe reduzir despesas e PT diz que haveria recessão". Em "O Estado", explicando a manchete, Lula e aliados "alegam que o tucano vai cortar ações sociais; 'mentem', diz Alckmin".
O "Valor Econômico" se concentrou menos no corte de despesas e mais na defesa "polêmica", esta feita ontem por Nakano em seminário no Rio, do "câmbio administrado" e do "controle da saída de capitais". É o texto mais lido no site do jornal, agora pela manhã.
Outras primeiras páginas de jornais do Brasil e do mundo, aqui (clique em "Map View" e depois em "S. America" para encontrar os brasileiros).
Escrito por Nelson de Sá às 08h28
Rindo à toa (com US$ 1,65 bi)
Os novos bilionários Chad e Steve estão no ar, é claro que no YouTube, "rindo à toa", no dizer do Blue Bus. Se não rolar, tente aqui.
Escrito por Nelson de Sá às 13h20
"Socorro!"
_ Quero minha mãe! Quero dormir e acordar no dia seguinte às eleições.
Escrito por Nelson de Sá às 13h10
TV Google, não TV Globo
Sobre a aquisição do YouTube pela Google por US$ 1,65 bi, "O Globo" (cadastro) diz que a "Compra mostra força dos vídeos na internet"._ É difícil descrever a magnitude do negócio com o YouTube, não em termos financeiros mas como mais uma prova de que televisão tradicional ainda não está entendendo. Como é que a Apple e agora a Google se tornaram as destinações e os mercados para vídeo na web? Elas são as novas redes usando a mesma moeda _o vídeo_ que a televisão. É porque elas não são limitadas pelo pensamento da velha mídia. O grau de negação do acordo Google-YouTube, até o último minuto, prova o que quero dizer. Primeiro era "quem vai assistir esses estúpidos clipes on-line"; depois, "eles nunca vão dar lucro"; finalmente, "serão processados até falir".
Escrito por Nelson de Sá às 09h35
O debate sumiu (do "JN")
Bom dia. Na coluna "Toda Mídia" de hoje, "Na defensiva, mas reagiu", a avaliação sobre o programa da Band pelos correspondentes de BBC, "Financial Times", "Le Monde", "Clarín" etc. E a ausência de qualquer menção ao debate da concorrente pela Globo, no "Jornal Nacional". (assinantes Folha e UOL)
Abaixo, as primeiras páginas dos principais jornais (clique nas imagens). Curiosamente, "O Globo" é o único a manter a repercussão do debate na manchete. No site do "Valor", o texto de maior leitura nesta manhã, tirado do jornal, é "Debate fortalece Alckmin no PSDB".
Outras primeiras páginas de jornais do Brasil e do mundo, aqui.
Escrito por Nelson de Sá às 08h34
O Piauí é aqui, o Piauí não é aqui
Escrito por Nelson de Sá às 12h00
"Como Mike Tyson"
Escrito por Nelson de Sá às 11h06
Arrogância de Alckmin, tergiversação de Lula

Escrito por Nelson de Sá às 10h00
Ao ataque
Bom dia. A coluna "Toda Mídia" de hoje, "Conflito, afinal", comenta o debate de ontem, que abriu a campanha para o segundo turno (assinantes Folha e UOL). Também na Folha, os textos de Clóvis Rossi, "Alckmin ataca e Lula reage, em debate inflamado", e Marcelo Coelho, "Candidatos pareciam casal em crise".
Abaixo, as primeiras páginas dos principais jornais (clique nas imagens). O "Valor", em edição posterior, entrou com o registro "Exploração de denúncias marca debate". Fora a cobertura do debate, em que a palavra-chave foi "ataque", atenção nas capas para o anúncio, pela Coréia do Norte, da realização do primeiro teste nuclear. Outras primeiras páginas de jornais do Brasil e do mundo, aqui.
Obs.: Por impossibilidade de acesso na quinta-feira e folga do jornalista na sexta, o blog deixou de ser atualizado no final da semana passada.
Escrito por Nelson de Sá às 08h55
