Toda Mídia
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"Impeachment" no microfone do SBT

Em tempos de arrancar dedo por paixão eleitoral, o Kibe Loco descobre que o primeiro presidente da nova democracia segue com "aquilo roxo":

_ Fernando Collor comemorava a sua recente eleição para o Senado, quando um repórter do SBT perguntou se "imaginava ser liberado tão cedo". Collor não gostou da pergunta e descolou um jeitinho sutil de, digamos, dar um "impeachment" no microfone.

A cena no Google Video, hoje preferido pelo blog de Antonio Tabet:

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Escrito por Nelson de Sá às 16h01

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"Uma pessoa importante"

O nome de "uma pessoa importante" que a Polícia Federal encontrou na investigação dos "aloprados", como noticiou hoje a Folha (assinantes), apareceu como dois. No título do Terra Magazine de Bob Fernandes, ao meio-dia, "Novos nomes no caso dossiê: José Dirceu e Ricardo Berzoini":
_ É extremo o cuidado no manejo dos dois nomes surgidos no cruzamento. Os dois têm ligações de ida e retorno com os envolvidos. Os assuntos podem ser muitos em 600 telefonemas, não se descarta terem sido de natureza corriqueira. Entende-se que o caso está politizado ao extremo... Mas o fato inquestionável é que as ligações foram feitas e estão sendo apuradas.
O blog de José Dirceu já comenta o que ele qualifica de "matéria correta", no post "A onda de boatos vai crescer, vamos ter serenidade":
_ Evidentemente não tenho nada a declarar, até porque não fui demandado por nenhuma autoridade. Mas quero reiterar que não tive nenhuma participação no caso do dossiê... Repilo a onda de boatos que tem tomado conta do país, aguardo com serenidade a investigação e reafirmo que não temo nada porque não devo nada.
PS - O blog de Josias de Souza traz mais "uma pessoa importante", bem mais importante, diga-se. E ouve o outro lado, coisa rara na blogosfera.
_ A quebra do sigilo telefônico do petista Jorge Lorenzetti, personagem central do dossiegate, revela que ele trocou telefonemas com Gilberto Carvalho, secretário particular de Lula no Planalto. Os dois conversaram pelo menos duas vezes em 15 de setembro, dia em que veio a público a tentativa de compra...

Escrito por Nelson de Sá às 15h40

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A tal "bomba"

Uma ronda pelos blogs. Fernando Rodrigues escreve no UOL: 
_ A web está infestada de boatos sobre uma tal "bomba" que vai surgir no fim de semana, sobre o dossiegate. Teria efeito para mudar a eleição, como nos últimos 15 dias do primeiro turno (Lula ia ganhar e acabou indo para o segundo turno). A ver, a ver.
E Cristiana Lôbo escreve no G1, o portal das Globos:
_ O temor do governo é que a divulgação da investigação ocorra por partes, como na revelação de que R$ 5 mil teriam passado por bancas do bicho. Por isso, fala-se em divulgar "a história inteira". "O dinheiro foi catado", disse uma autoridade, explicando que não saiu de uma única fonte, mas foi reunido de pequenas quantias.
De Ricardo Noblat, no site de "O Estado de S. Paulo":
_ De candeeiro na mão, a oposição está à procura de um fato que possa reverter nos próximos dias o amplo favoritismo de Lula... Haverá fato novo capaz de em tão pouco tempo eliminar da cabeça das pessoas as razões [para votar no presidente]? Duvido.
E de Reinaldo Azevedo, "blogueiro de Veja Online":
_ Não caiam na conversa. Setores do PT espalham boato, inclusive por spams, de que a próxima "Veja" está sendo feita para derrubar o governo. É manobra diversionista. A revista vem, como sempre, com reportagens do interesse do leitor e do estado de direito. Mas a mensagem que circula no mercado não passa de fantasia.

Escrito por Nelson de Sá às 10h06

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"Ninguém se escandaliza"

Bom dia. Na coluna "No Brasil é natural", o país se vê no meio do escândalo que ameaça tirar de Bush o controle do Congresso. Um republicano que renunciou por sexo virtual diz ter sido molestado quando criança por um padre _que declara ter aprendido no seminário, no Brasil, que nadar ou ir à sauna nu, além de "leves toques", "é natural, é parte da cultura" e "ninguém se escandaliza" (assinantes).

Nas primeiras páginas, a Folha destaca que "Lula tira corrupção de foco em debate", na manchete sobre o programa no SBT, e "Alckmin diz que errou ao discutir privatização com PT", na submanchete sobre a sabatina (assinantes). No detalhamento do enunciado, "em tom mais ameno, candidatos discutem saúde e economia". Fora das manchetes, em "O Globo" (cadastro) e "O Estado", "Debate tem troca moderada de acusações" e "Lula e Alckmin trocam papéis em debate".

O primeiro destaca que "Petista confirma que Freud mandou comprar o dossiê", sobre um segundo depoimento de Gedimar Passos em setembro, dias depois. Registre-se que Passos nega ser petista e nega envolvimento de Godoy. No segundo, "Freud mantém contato com assessor de Lula", no caso, Rogério Aurélio Pimentel, que "ocupa o mesmo cargo" na assessoria da secretaria particular.

No "Valor", fora da manchete, "Disputa pelo comando da economia", com a Fazenda entre o prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel, próximo a Aécio Neves e de linha semelhante a Antonio Palocci, e o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, próximo da ministra Dilma Rousseff e do governador eleito Jaques Wagner.

Abaixo, as primeiras páginas (clique nas imagens). Outros jornais do Brasil e do mundo, aqui. Clique em "Map View" e depois em "S. America" para encontrar os brasileiros, entre eles "Gazeta Mercantil" (SP), "JB" (Rio) e "A Tarde" (Salvador).

 

   

Escrito por Nelson de Sá às 08h15

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Orkuteiros

Dos e-mails de ataque aos sites e blogs engajados, a internet está em campanha. A ponto de Lula e Alckmin surgirem no YouTube com agradecimentos ao "pessoal do Orkut" (clique abaixo ou aqui e aqui).

O Blog de Guerrilha comenta que, entre outros, "tem muito gerente de produto que acha bobagem, coisa de adolescente desocupado, e não dá bola para esta rede social responsável por 25% das páginas vistas no Brasil". Eles "deveriam aprender com os dois candidatos".

      

Mas vídeo de efeito viral é outra coisa _do contra, nada de gratidão, sorrisos e conversa fiada. Por exemplo, nas versões editadas de pronunciamentos de George W. Bush e Tony Blair linkadas pelo Blue Bus

Escrito por Nelson de Sá às 12h48

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"Que é isso!?"

Enquanto Ali Kamel e Alberto Dines se unem na reação aos ataques pela esquerda, à cobertura pesada do final do primeiro turno, o pefelista Cesar Maia ataca pela direita a mudança da Globo ontem, pós-pesquisa:
_ Ô, "JN"! Que é isso!? Ontem cobriu o Lula-presidente num ato absolutamente eleitoreiro, criando um programa genérico de apoio a idosos. Com pompa, circunstância e platéia, parece a quem vê distraído que é um programa que vem atender aos idosos amanhã. De fato, rigorosamente nada. Mas, transmitido como tal pelo "JN", ganha foro de verdade. Depois vem Geraldo na OAB e falando umas abobrinhas. Uma cobertura dessas desequilibra. Que é isso, "JN"!
Registre-se que o "ex-blog" de Maia (cadastro) já levou William Bonner a tratar Lula por "candidato", na entrevista que iniciou o jogo pesado.

Escrito por Nelson de Sá às 12h04

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Tabu

De Lula na sabatina, sob o título "Petista admite discutir controle público de TVs", sobre "assunto considerado tabu em diversos governos": 
_ Acho possível trabalhar para democratizar. É uma necessidade do país. A democratização dos meios de comunicação é vital para o fortalecimento da democracia... Parte dos meios de comunicação está muito truncada nas mãos de políticos. Não é só no interior. Faz parte da estrutura da sociedade, dos meios de comunicação.
Mas ele só quer "colocar o tema novamente em discussão" e não chegou a responder, ao ser "questionado se não temia que sua declaração gerasse reação negativa das TVs". Lembrou que "não é coisa simples de ser feita" e que "o Gil apanhou que nem criança" ao tratar do assunto.

Escrito por Nelson de Sá às 10h44

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Ameaça vs. conciliação

Bom dia. Na coluna de hoje, "Antes de começar", a declaração/ameaça de Alckmin contra a reeleição de Lula, mais a reação on-line (assinantes).

Nas primeiras páginas, a Folha dá manchete para "Parte do dinheiro do dossiê veio do jogo do bicho do Rio", sobre "R$ 5 mil do R$ 1,75 milhão", e submanchete para "Se dinheiro do dossiê for da campanha, terei de pagar, diz Lula". Na manchete de "O Estado", a declaração/ameaça de Alckmin. "O Globo" (cadastro), abaixo da manchete, só registrou a reação do ministro ao tucano, "Tarso Genro compara Alckmin a Pinochet".

No "Valor", nada da eleição na capa. Enunciados internos destacam que "Alckmin duvida da governabilidade de Lula" mas "Para Lembo, governadores forçarão saída conciliatória". Diz o governador que "o fato de PT e PSDB disputarem a hegemonia nacional e terem seu centro em SP não impedirá aproximação". Na sabatina de Lula pela Folha, destaque para a declaração "o Serra é uma figura mais cosmopolita do que o Alckmin, tem dimensão nacional maior, é político mais experimentado".

Abaixo, as primeiras páginas (clique nas imagens). Outros jornais do Brasil e do mundo, aqui. Clique em "Map View" e depois em "S. America" para achar os brasileiros, entre eles "Gazeta Mercantil" e "DCI" (SP), "JB" e "O Dia" (Rio), "Gazeta do Povo" (Curitiba) e "A Tarde" (Salvador).

PS - Nova queda de energia adiou a postagem desta primeira nota.

  

   

Escrito por Nelson de Sá às 08h12

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O clima não é bom

Mais Alckmin, na Folha Online e Reuters Brasil, submanchete e manchete temporárias nos portais UOL e Terra, para estragar mais o ambiente: 
_ Se o Lula for reeleito, acaba antes de começar.
Para a OAB, "o clima não é bom" e a eleição pode ficar "explosiva".
 
 
Da abertura do "Painel", sob o título "Day after" (assinantes):
_ A oposição foi avisada pelo presidente da CPI dos Sanguessugas de que não haverá, antes do segundo turno, depoimentos de envolvidos na compra do dossiê. Mesmo assim, tucanos e pefelistas acreditam ter logrado um tento ao aprovar a convocação dos petistas. Trabalham com a idéia de que a CPI terá papel importante após as eleições, e pretendem fazer dela um posto avançado para atingir o governo Lula ainda antes da eventual segunda posse.

Escrito por Nelson de Sá às 12h37

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"Vamos aguardar mais um pouquinho"

A reação de Geraldo Alckmin ao Datafolha (assinantes):
_ Pesquisa não se comenta. Estamos trabalhando, lutando, acho que as coisas estão caminhando bem. Há um entusiasmo ainda maior nas ruas e nós vamos chegar lá... Eu acho que tem pesquisas e pesquisas. Vamos aguardar mais um pouquinho.
Comentários de Carlos Augusto Montenegro, do Ibope, que divulga pesquisa na sexta, em entrevista à BBC Brasil e na submanchete do UOL
_ Todo mundo já fez seu juízo. A essa altura, os dois candidatos já estão com os devidos votos consolidados... A eleição começou há muito tempo com a grande crise que afetou o país há 15 meses.
Ele diz que os debates pouco devem afetar o quadro, "a tendência é o eleitor continuar com seu candidato ou achar que ele foi melhor". E só algum fato novo “muito sério e espetacular” poderia mudar o resultado.
 
 
Mais do tucano, agora sobre "a mídia na eleição" (assinantes): 
_ É impressionante a cobertura, como se reduz a fofoca, bastidor.

Escrito por Nelson de Sá às 10h57

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A pesquisa e as apostas

Bom dia. A coluna "A pesquisa e a tropa" aborda a cobertura do Datafolha e da ofensiva jurídico-eleitoral de Alckmin por TV e outras (assinantes).

Abaixo, as primeiras páginas dos principais jornais (clique nas imagens). Na Folha e em "O Estado", manchete para pesquisa. No detalhamento da primeira, "Presidente cresce no Sul e no Sudeste, entre os eleitores menos instruídos e em todas as faixas de renda" (assinantes).

Em "O Globo" (cadastro), manchete para longa entrevista com Alckmin, com o registro, logo abaixo, de que o "Tucano defende privatizações feitas por FH, mas nega intenção de fazer novas". Destaque também para entrevista com FHC. No alto, a festa de Lula e artistas no Rio, "com menos estrelas" e foto do boxeador Popó. Embaixo, chamada para o Datafolha. 

Na capa do "Valor", nada da pesquisa, mas um enunciado de que "Bolsa de apostas on-line dá vitória a Lula", na Europa. Outras primeiras páginas de jornais do Brasil e do mundo, aqui. Clique em "Map View" e depois em "S. America" para achar os brasileiros, entre eles a "Gazeta Mercantil", "JB" e "O Dia" (Rio), "Gazeta do Povo" (Curitiba) e "A Tarde" (Salvador).

PS - Uma queda de energia adiou a postagem desta primeira nota.

 

    

Escrito por Nelson de Sá às 08h00

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Pedras rolando

Elisa Araújo adianta no blog Blue Bus a capa da nova versão brasileira da revista "Rolling Stone", sexta-feira nas bancas, com entrevistas de Bob Dylan e Jack Nicholson, mais Gisele Bundchen. Dois meses atrás, na Folha (assinantes), José Roberto Maluf, que divide o projeto com Miguel Civita, anunciou "um mínimo de 50% do conteúdo" produzido no Brasil e:
 
_ Vamos trazer o máximo de informação, com total imparcialidade. E daremos opiniões, não apenas relataremos fatos.
 
Nos EUA, a "Rolling Stone" original é reconhecida por sua cobertura não só de indústria cultural, mas também de política _sempre crítica, como no texto da atual edição sobre "o pior Congresso de todos os tempos" ou "como os parlamentares viraram uma gangue de ladrões e pervertidos".
 
PS - Em meio às 138 páginas da nova versão, alguma política no perfil do Congresso, um "circo", e em entrevista sobre as relações PCC/polícia.

Escrito por Nelson de Sá às 12h17

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O foco de Lula (e de FHC)

Como destacam Raymond Colitt, ex-"Financial Times", e Todd Benson,
ex-"New York Times", em despacho da agência Reuters, "Lula ganha ao mudar o foco da campanha brasileira". Ele teria "recuperado sua vantagem sobre o rival conservador na corrida presidencial ao dizer que o oponente cortaria benefícios sociais e venderia empresas estatais".
 
De fato, há pouco na rádio CBN, com áudio grátis no site, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso entrava na pauta do presidente, em longa entrevista que se concentrou, ao menos pela repercussão on-line, nas privatizações. Assim, na manchete do portal Terra, que é da Telefônica,
 
Por outro lado, até o final da manhã, na manchete da Folha Online para a propaganda, "No rádio, Lula ataca privatização; Alckmin fala sobre Zona Franca". E na manchete do portal UOL também pela manhã, para o "Roda Viva" de ontem à noite, "Trabalho do PSDB é vender patrimônio, diz Lula".
 
 
PS - E tem a pauta de Geraldo Alckmin, que radicaliza. Nas manchetes de Folha Online e UOL, neste início de tarde, 14h, "Pedida quebra de sigilo de Freud Godoy", pelo procurador de sempre. E no portal G1, das Globos, "Aliados de Lula mobilizam 'exército' pela legalidade" contra PSDB e PFL, que, dizem, "preparam subterfúgios jurídicos para impedir a posse".

Escrito por Nelson de Sá às 10h37

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Deu PCC no "NYT"

A campanha de Lula bem que gostaria, ao menos segundo a manchete de ontem em "O Globo", mas o PCC sumiu da agenda. Prossegue no exterior, como destaca o monitoramento da BBC, "Violência freia crescimento em até 8%, diz 'New York Times'". Vale para toda a América Latina, mas o número destacado é daqui, na reportagem de Jens Erik Gould:

_ No Brasil, se a taxa de homicídio no início dos anos 90 fosse baixa como a da Costa Rica, a renda per capita teria sido US$ 200 maior e o PIB de 3,2% a 8,4% maior no final dos anos 90, segundo um relatório do Banco Mundial obtido pelo "NYT".

"O crime espanta o investimento externo e interno", diz o autor do relatório. Sobre o PCC, escreve o "NYT": 

_ Assassinatos, seqüestros e violência de gangue ocuparam manchetes há pouco nos pesos pesados econômicos da região. Em maio, gangues iniciaram uma onda de violência em São Paulo, Brasil, na qual quase 200 pessoas foram mortas.

Escrito por Nelson de Sá às 09h48

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"Fraude!" (no Equador)

Bom dia. A coluna de hoje, "Anônimos e supostos", retrata a volta do "JN" ao caso do dossiê e a entrevista de Lula ao "Roda Viva" (assinantes).

Abaixo, as primeiras páginas dos principais jornais (clique nas imagens). Na Folha, manchete para a decisão do PDT que "frustra Alckmin", depois das juras antiprivatização. Com menor destaque, "Alckmin perde", diz "O Globo" (cadastro). Nas manchetes deste e de "O Estado", a declaração do petista Antônio Carlos Biscaia, presidente da CPI das Sanguessugas, de que a origem do dinheiro que compraria o dossiê é "criminosa".

No "Valor", o maior destaque eleitoral vem do Equador, "Rafael Correa denuncia fraude na eleição após pane no sistema de apuração". Na Folha, "Apuração no Equador atrasa por falha de brasileiros" (assinantes). O consórcio é de duas empresas contratadas também pelo TSE, no Brasil.

Outras primeiras páginas de jornais do Brasil e do mundo, aqui (clique em "Map View" e depois em "S. America" para encontrar os brasileiros).

 

  

Escrito por Nelson de Sá às 08h24

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Mais teoria

"Os fatos ocultos", texto de Raimundo Rodrigues Pereira que alguns leitores cobram, não está acessível pelo site da revista "Carta Capital", onde virou a manchete "A trama que levou ao segundo turno", mas foi postado pelo site Vermelho, do PCdoB. É comentado nos blogs de Luis Nassif no iG ("Réquiem do jornalismo"), Júlio Hungria no Blue Bus ("As dez perguntas que a Globo não respondeu") e outros.

Escrito por Nelson de Sá às 12h35

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No apito

Agora que até Caetano Veloso usa metáforas de futebol para tratar da eleição presidencial (assinantes), as Cobras de Luis Fernando Verissimo são sutis, hoje na home da revista on-line Terra Magazine:

Escrito por Nelson de Sá às 10h49

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Prestando contas, afinal

Fernando de Barros e Silva, hoje na coluna São Paulo (assinantes), sobre a imagem do dinheiro, que ajudou a levar ao segundo turno:
_ Ganhou o país. Lula se viu obrigado a voltar à Terra. O PT experimentou um limite à impunidade que se autoconcedeu... Lula terá concedido até o fim do mês mais entrevistas do que permitiu em quatro anos. É um avanço para quem se mostrou refratário à idéia de que prestar contas _de seus atos e de comandados_ faz parte da rotina do poder numa sociedade democrática.
Ele agora vai aos debates das três redes que faltam, SBT na quinta, Record e Globo na semana que vem. E também ao "Roda Viva", da estatal Cultura. Só não vai mesmo à TV Gazeta, de Maria Lydia.
 
De todo modo, diz Barros e Silva, "será muito ruim para o país e arriscado para Lula se ele for reconduzido sem antes ter respondido à questão que o tucano soletra em desespero", a saber, "de onde veio o dinheiro?".

Escrito por Nelson de Sá às 10h12

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Em vez de dossiê e privatização, a celulite

Nem dossiê nem PCC. Nem sequer privatização. No que depender da Globo, pelo jeito, os temas selecionados pelas campanhas para as duas semanas finais seguem longe dos telejornais.

Do "Jornal Nacional" de sábado ao "Bom Dia Brasil" de hoje, nem menção. Destaque só para os acidentes aéreos. Nem mesmo no "dia dos candidatos" os assuntos entram. E Alexandre Garcia agora comenta a eleição no Equador.

No "Fantástico", por outro lado, destaque só para Taís Araújo, Paulo Coelho, a celulite...

E no "Domingo Espetacular" da Record, com o apresentador Paulo Henrique Amorim, cenas dos destroços do acidente da Gol no Mato Grosso, com direito a repórter chorando.

Escrito por Nelson de Sá às 08h58

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Juras antiprivatização

Bom dia. A coluna "Toda Mídia", "Aniversariantes", destaca os 30 dias do dossiê, ontem, em comercial de Alckmin e na blogosfera (assinantes).

Abaixo, as primeiras páginas dos principais jornais (clique nas imagens). Na Folha, na explicação para a manchete sobre as juras antiprivatização de Alckmin, em reportagem de Cátia Seabra, "pedetistas decidem hoje posição no segunto turno". No "Valor Econômico", por outro lado, na submanchete, "Governo vai vender áreas de mineração".

Fernando Rodrigues (assinantes) critica a "regressão ideológica" do discurso de petistas e tucanos, que chega ao extremo de Yeda Crusius vestir "jaqueta do banco estatal local para se dizer antiprivatista".

Outras primeiras páginas de jornais do Brasil e do mundo, aqui (clique em "Map View" e depois em "S. America" para encontrar os brasileiros).

 

  

Escrito por Nelson de Sá às 08h12

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Blog da coluna "Toda Mídia" (assinantes Folha e UOL), de segunda a sexta, pela manhã, escrito pelo jornalista Nelson de Sá.

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