Porque hoje é sexta
E enquanto a cobertura da campanha para prefeito de São Paulo se concentra em Orestes Quércia, os congestionamentos na cidade ganham até série do UOL, com manchetes todos os dias, hoje "Trânsito caótico gera e potencializa o estresse em São Paulo".
O "Casseta e Planeta" também tratou da questão, esta semana:
Escrito por Nelson de Sá às 12h05
Na cama com Obama
Conversando com o autor dos discursos que tem só 26 anos ou com a diretora de arrecadação que prioriza a web, a âncora Katie Couric, da CBS, passeia pelos bastidores da campanha do democrata.
Escrito por Nelson de Sá às 11h42
"On the edge of destruction"
Enquanto o governador Blairo Maggi diz que o desmatamento é a solução para a crise global anunciada pela ONU e senadores da Amazônia pressionam contra a operação Arco de Fogo, prossegue a campanha internacional de mídia contra o avanço sobre a Amazônia. O "New York Times" e outros já apoiaram a Polícia Federal.
E agora é vez da revista do "FT", na longa reportagem "No limiar da destruição", de Jonathan Wheatley, com fotos de Eduardo Martino. Eles focam, não na operação, mas o próprio "arco de fogo" que avança sobre a floresta. E também as ações da Aliança da Terra, de fazendeiros como o texano John Carter, que tem por bordão "Produzindo certo".
Escrito por Nelson de Sá às 10h34
A China reage?
O estatal "China Daily" festeja em manchete que a bolsa deu o maior salto em seis anos, depois que o governo baixou a taxação do mercado financeiro, "intervenção" questionada hoje em editorial do "Financial Times". Paralelamente, o jornal chinês registra que a promessa do governo de não suspender a exportação de arroz foi elogiada pela ONU.
Escrito por Nelson de Sá às 09h54
A Vale no palco do mundo
Escrito por Nelson de Sá às 09h02
Enfim, a tele nacional (ou BrOi)
O "Valor" dá na manchete que nasceu, finalmente, "a tele nacional" que vai enfrentar a espanhola Telefônica e a mexicana Telmex (Net). Diz que os acionistas de Brasil Telecom (BrT) e Oi (ex-Telemar) "fecharam os detalhes finais para a reestruturação societária das duas e a venda do controle da BrT à Oi". Foi depois que "o conselho da BrT aprovou o fim dos litígios judiciais com o Opportunity", de Daniel Dantas.
Segundo Guilherme Barros, na Folha, Dilma Rousseff "articulou a operação, mas exigiu de Sérgio Andrade e Carlos Jereissati [da Oi] que dobrassem o investimento que fizeram na privatização, com o que eles concordaram". O negócio "sela o fim de uma das maiores disputas empresariais da história do país, envolvendo o Citigroup, os fundos de pensão e o Opportunity, de Daniel Dantas".
Nas manchetes de Folha e "O Globo", a prisão de Ricardo Tosto, um dos mais célebres advogados de São Paulo _de Paulo Maluf, Edemar Cid Ferreira, "grandes empresas" e que comanda um escritório com 132 advogados. Ele integra o conselho do BNDES por indicação da Força Sindical e é acusado de participar de uma "quadrilha que desviava empréstimos a prefeituras e empresas privadas".
Escrito por Nelson de Sá às 08h08
"Big Oil" no etanol, contra a Petrobras
Escrito por Nelson de Sá às 07h53
Torta na cara dos biocombustíveis
Demorou um pouco, mas o ataque com duas tortas ao colunista Thomas L. Friedman, do "New York Times", chegou ontem ao YouTube, postado pelos próprios "guerrilheiros Greenwash".
Foi anteontem, durante discurso na Universidade Brown, a mesma de FHC, em que o jornalista defendeu os biocombustíveis como alternativa de energia. Os dois jovens fugiram jogando panfletos sobre a platéia, em que proclamavam, segundo o "Providence Journal":
_ Thomas Friedman merece uma torta na cara por dizer ao mundo que o livre mercado e os ajustes de tecnologia podem nos salvar da mudança no clima. Dos créditos de carbono aos biocombustíveis, essas distrações são perigosas em si mesmas e por encorajar a inação diante dos verdadeiros problemas.
Escrito por Nelson de Sá às 11h47
Balões de festa
Há dias que nada se compara, em noticiário sobre Brasil no exterior, ao padre que se perdeu no mar ao voar "balões de festa". Abaixo, a CNN. Mas tem também BBC, Fox News etc. E os jornais todos, alguns também com vídeo, outros com enunciados tipo "Up and Away".
Por aqui, o que não falta é mensagem de "humor nigérrimo", como diz o Kibe Loco, que reproduziu uma das imagens que circulam por e-mail.
Escrito por Nelson de Sá às 11h19
Top, top, top
A americana "Foreign Policy" e a britânica "Prospect" lançaram nova versão da enquete sobre os intelectuais "top" do mundo. Na lista de cem que fizeram, para os internautas selecionarem cinco até o dia 15 de maio, está FHC. Ele também estava na primeira versão, três anos atrás.
No site, a razão dada pelas revistas para sua indicação é ser "sociólogo de renome internacional, ex-presidente do Brasil, professor na Universidade Brown" e, como sempre, co-autor de "Dependência e Desenvolvimento na América Latina".
Ironicamente, o livro e sua teoria da dependência se celebrizaram nos anos 60 por servirem de base conceitual às organizações de esquerda, na opção pela luta armada. E a enquete é esforço de divulgação da nova "Prospect", que trata de 1968 e de como o radical Christopher Hitchens dos anos 60 virou porta-bandeira de George W. Bush.
Para votar, clique em cinco nomes, aqui. Registre-se que a enquete de 2005 teria sido "vítima de campanhas organizadas de votação".
Escrito por Nelson de Sá às 10h49
Romance
_ Enquanto todos se impressionavam com a movimentação de Aécio, em contraste com a imobilidade de Serra, este apadrinhou um lance _o apoio do PMDB a Kassab_ que deixou perplexos seus adversários. O acordo sepulta a idéia de que o PMDB teria apenas duas opções na sucessão presidencial: o candidato de Lula ou Aécio. Um novo romance está no ar.
Escrito por Nelson de Sá às 10h18
China e Índia vs. França e EUA
Na manchete do "China Daily", o governo corta a taxação de ações para animar a bolsa, que já reage.
Em meio à onda nacionalista, o jornal ressalta pesquisa de instituto "independente" mostrando queda entre os chineses na popularidade da França, onde os protestos contra a tocha olímpica foram mais violentos.
E a Índia está às voltas com a visita do presidente do Irã e as pressões americanas, com o chanceler indiano dizendo que a questão nuclear iraniana é assunto para a agência da ONU, não para os EUA.
Escrito por Nelson de Sá às 09h51
Dúvidas sobre Obama, perguntas sobre raça
O "NYT" vai direto ao problema, "Para os democratas, perguntas sobre raça e elegibilidade", a fazer sobre Barack Obama, depois da vitória de Hillary Clinton na Pensilvânia. O "WSJ", na mesma linha, diz que a derrota levanta "dúvidas sobre Obama" e informa que Hillary fez arrecadação recorde depois da Pensilvânia, também destaque no "NYT". O "WP" já traz foto de Indiana, o próximo palco da batalha sem fim que "divide os democratas".
Na manchete do "WSJ", a divisão no banco central americano, que deverá reduzir novamente a taxa na semana que vem, mas estuda uma pausa nos cortes de juros, pelo temor de inflação.
Atento aos emergentes, o "NYT", em destaque sobre a Rússia, diz que o governo favorece a Igreja Ortodoxa e persegue protestantes. Sobre a Índia, ressalta a terceirização "em cubículos" dos serviços de cobrança por telefone dos EUA. Sobre a China, a "crescente classe média" elegeu seu símbolo de sucesso: comprar um carro.
Escrito por Nelson de Sá às 08h59
Em disparada (gasolina, comida, CDBs...)
Escrito por Nelson de Sá às 08h21
O etanol contra-ataca
No alto dos portais, tarde e noite de quarta-feira, e entrando pela escalada de TV, Lula seguiu em campanha pelos biocombustíveis, apontando "leviandade" nos ataques. No esforço nacional, José Goldemberg, 79, um dos "heróis do ambiente" da "Time", "desconstrói ataque ao etanol de cana", no título de entrevista ao "Valor".Mas é no exterior que se nota o refluxo na crítica, em reportagens de capa no "New York Times", contra o retorno europeu ao carvão, e no "Financial Times", culpando o eventual recuo no apoio europeu e americano ao etanol pelos US$ 120 do petróleo. O "FT" deu até uma longa carta de um professor australiano em defesa do etanol do Brasil.
Já "Forbes" e o CNET News saudaram o acordo entre a californiana Amyris e a brasileira Crystalsev, para desenvolver o etanol por aqui.
Leia aqui a íntegra da coluna "Toda Mídia" de hoje.
Escrito por Nelson de Sá às 08h04
"Contribua US$ 5"
Sites de cobertura política como Huffington Post, que dá a manchete "And the winner is: John McCain" e linka para a análise de que os democratas vão continuar sangrando, e Politico, que dá em manchete que Hillary "formata a vitória como sinal de força", não estão convencidos de que a Pensilvânia muda a maré, como espalha a candidata.
Mas o site de sua campanha aproveita o "momentum" e pede dinheiro.
Escrito por Nelson de Sá às 12h08
"Que susto!!"
Já tem vídeo gravado na hora do terremoto. Diz Tipaves, o autor:
_ Estava de bobeira mexendo no celular, brincando com a câmera, tentando pegar algumas imagens de um jogo... De repente comecei a sentir um tremor... Virei a câmera para o móvel do computador e vi os objetos tremendo. Que susto!!
Escrito por Nelson de Sá às 11h44
Crianças e a mídia
_ Não há como fugir do assunto. A mídia, no entanto, tem que se policiar. Não dá para roer os ossos. Com a carga dramática que o crime encerra, a mídia não pode carregar nas tintas e acentuar o que já é trágico. Há, inclusive, o risco de saturação. De repente ninguém aguenta mais. Não quero avaliar se este ou aquele fez uma cobertura mais correta, mas a coisa está ficando insuportável... Tem uma hora que chega. Por isso guerra de audiência não vale. Quando o drama não for mais manchete dos jornais e não segurar mais o Ibope da TV, tudo voltará ao que era antes. Mas se houver sensacionalismo as marcas da exploração demoram para ser apagadas.
Escrito por Nelson de Sá às 11h30
Comida, comida
O "China Daily" dá manchete para o temor da ONU de que a "crise de comida" afete milhões, com atenção ainda às "dúvidas" do primeiro-ministro britânico sobre os biocombustíveis. Abaixo, a promessa da Opep de elevar produção. Já o "Hindu" saúda a "provável safra recorde" de grãos na Índia, que "pode" levar à queda dos preços.
Na onda nacionalista, o jornal estatal chinês ressalta que portais gigantes como Sohu.com e Sina.com estão em campanha para o envio de bandeiras da China aos "patriotas" que, no exterior, defendem o país.
E o jornal indiano noticia que o país "rejeitou conselhos" dos EUA sobre a visita do presidente do Irã, prevista para este final de semana.
Escrito por Nelson de Sá às 09h52
"Staying alive"
Escrito por Nelson de Sá às 09h00
O susto
Escrito por Nelson de Sá às 08h41
Um terremoto no Brasil
De repente, já encerrado o "Jornal Nacional" após um dia em que a polícia se recusou a distribuir novo capítulo do "caso Isabella", São Paulo tremeu e os plantões de intervalo deixaram tudo para trás. Era "terremoto". Nos sites e portais, entrou em manchete quase ao mesmo tempo logo depois das 21h. Por Folha Online e outros, a UnB apontou "um terremoto raso" de 5,2 graus, daí ser sentido por toda a cidade. E também Paraná, Minas, Rio, Santa Catarina, acrescentaram a Globo e outros.
Antes de tudo, o Zumo blog listou os relatos mais imediatos de Twitter, começando com a Aclimação (abaixo, a página com a primeira "notícia" do terremoto), depois na avenida Faria Lima, Santos, até de Bauru.
Leia aqui a íntegra da coluna "Toda Mídia" de hoje.
Escrito por Nelson de Sá às 08h26
Obama & Lula
Do democrata, sobre o petista, ontem durante comício em Reading, na Pensilvânia, relatado por Ricardo Balthazar no "Valor":
_ Na verdade, na América Latina, tivemos um progresso significativo com a democracia. Há pessoas como o presidente no Brasil, que é socialista, mas não é um ditador... Até as empresas gostam dele porque a economia está crescendo.
Escrito por Nelson de Sá às 12h30
O cerco ao "New York Times"
A campanha está na Pensilvânia, mas hoje se decide muito mais _e já ecoa_ para a eleição deste ano e para o futuro da política e da mídia nos EUA.
O site da "Time" deu que o editor do "Wall Street Journal" entregou carta de demissão. O "New York Times" também já destaca, registrando que sua permanência era exigência aceita por Rupert Murdoch ao comprar o jornal. Para o lugar seria indicado um ex-editor do "Times" de Londres, também dele.
Escrito por Nelson de Sá às 12h14
Vale tudo
Em campanha, Hillary, Obama e John McCain fazem qualquer coisa por exposição em vídeo. Ontem, véspera de Pensilvânia para os dois democratas, anunciavam até transmissão de luta livre pelo canal de cabo USA Network, mais à noite.
Escrito por Nelson de Sá às 12h03
O medo
O
chamado marketing "do medo" tomou os comerciais de Hillary Clinton, contra
Barack Obama, com a participação especial ou "cameo" de Osama bin Laden (esq.).
Aqui e abaixo, na
íntegra, o spot postado ontem. A campanha de Obama já espalhou resposta, também em vídeo,
usando Bill Clinton. A jogada "de
última hora", na expressão do Talking Points Memo, ecoa o comercial de
mesma linha, do "telefone
vermelho", usado na "Super Terça".
Escrito por Nelson de Sá às 11h07
Serra, a polícia paulista e o desvario das TVs
De Janio de Freitas, em "O crime não precisa de outro":
_ É urgente a intervenção de quem, no governo paulista, se faça respeitar. A polícia falseou a informação sobre os dias em que Anna Jatobá esteve em prisão temporária. De início sozinha em uma cela, foi entregue, na surdina, à sanha agressora da cela coletiva, como objeto de uma perversidade policial equivalente à conivência com tortura. Na iminência de nova prisão, a responsabilidade última pelo que ocorra é do governador, a quem cabem o dever e a autoridade de impor conduta legal à polícia... A fluidez ininterrupta de dados e especulações, proporcionada pela polícia e pela promotoria, alimentou, quando poderia ter sustado se reprimida pela autoridade estadual, o desvario das TVs na disputa de audiência, acirrada pelos crescentes noticiários da Record. Apesar de seguidas pelos jornais, no jogo diário das influências mútuas, as TVs dividem com a passividade do governo paulista a responsabilidade pelo ambiente patológico que decorreu de um crime louco.
Escrito por Nelson de Sá às 10h35
Jin Jing e a onda nacionalista
O "China Daily" ressalta as desculpas do presidente da França pela forma como Jin Jing, que defendeu a tocha contra manifestantes em Paris, foi "atacada". Em cadeira de rodas, ela se tornou ícone da reação nacionalista chinesa às críticas do Ocidente. Reação que não é mais oficial e que Pequim até busca conter, diz o "Financial Times".
Escrito por Nelson de Sá às 09h29
O tamanho da vitória e o dinheiro
No dia em que a Pensilvânia decide o futuro de Hillary Clinton, o "NYT" traz a candidata solitária e ao celular, em foto. Sublinha seu ataque a Obama, de não ter como "liderar" contra Osama bin Laden, o que ele respondeu denunciando o marketing "do medo". O "WP" destaca de maneira genérica o final "tenso" e ofensivo da campanha no Estado.
O "WSJ" traz imagem da democrata sorridente, em campanha, ela que "mantém a liderança" na Pensilvânia, "mas encara novo desafio" quanto a recursos, com Obama à frente no financiamento. O "Financial Times" explica que Hillary precisa de uma "grande vitória" para sustentar sua campanha, que está gastando US$ 1 milhão por dia.
Na manchete (chamada à direita), o "NYT" noticia que os EUA levantaram que o remédio Heparin, feito na China, já matou 81 americanos e foi vendido "contaminado" em 11 países. O governo chinês questiona, dizendo não ver "prova forte" de que é fatal.
Em seu segundo destaque, o "WP" noticia que em partes do Sul dos EUA, pela primeira vez desde a gripe espanhola, 90 anos atrás, caiu a expectativa de vida das mulheres, o que "pode ser efeito" de cigarro.
Já o "WSJ" traz na manchete que também a Arábia Saudita, a exemplo de Canadá, Brasil e outros com novos poços, enfrenta dificuldades com um "campo grande e complexo", descrito como o maior encontrado desde 1970 no mundo. Diz que ele "marca o fim das descobertas fáceis" para o país aliado dos EUA.
Em seus dois principais destaques, o "FT" segue com a crise bancária. De um lado, a proposta do governo britânico de comprar áreas debilitadas dos bancos, o que também "pode ser considerado pelo Fed". De outro, o apelo do Citigroup à HP, por "dicas" para enfrentar sua crise.
Escrito por Nelson de Sá às 08h39
O que o Brasil negocia em Itaipu
Nas manchetes, a Folha destaca Lula inflexível ("bad cop") quanto ao tratado, o "Estado" ressalta o chanceler Celso Amorim flexível ("good cop") quanto ao preço e "O Globo" acredita que os dois estão em conflito. Desde ontem nos sites dos mesmos jornais, em pingue-pongue virtual entre Gana e o Paraguai, é a negociação do que o Brasil poderia ceder em Itaipu, ao novo presidente, Fernando Lugo.
Sobre o Paraguai, o "Valor" detalhou a proposta "polêmica", para o Paraguai, apresentada pelo Brasil:
_ A idéia é antecipar o pagamento referente à compra de energia que só seria feita em 2023, quando deixam de valer pontos importantes do tratado, entre eles um que proíbe vender energia a terceiros. O que há de polêmico é isso: se o Paraguai aceitar, estará se comprometendo a seguir vinculando sua energia ao mercado brasileiro, depois de 2023. "Politicamente, Lugo talvez não tenha condição política para aceitar essa idéia", disse uma fonte do Itamaraty.
Escrito por Nelson de Sá às 07h57
Submergentes?
A "Economist" agora posta no site sobre o "risco de superestimar os emergentes". Diz que os Brics "simbióticos", com Brasil e Rússia servindo commodities a Índia e China, "racharam" em suas Bolsas de Valores _e o investidor tem "decisões difíceis" sobre países ainda vulneráveis a "erros na política" antiinflação. O "Financial Times" vai além, diz que os emergentes não são grupo "monolítico" e fala até em "submergentes".Por outro lado, diz o "Wall Street Journal", os investidores de risco seguem apostando nos Brics, em internet, energia. E até o ataque ao etanol baixou, com o secretário de Energia dos EUA dizendo que "o ponto principal é que [as críticas] não são razão para ignorar o seu grande potencial" para a "saúde econômica da nação".
O "New York Times", em reportagem e coluna de Paul Krugman, já começou a culpar a seca australiana pela inflação.
Leia mais na coluna "Toda Mídia" de hoje (assinantes Folha e UOL).
Escrito por Nelson de Sá às 07h40
