Toda Mídia
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"O primeiro muçulmano"

Jon Stewart soltou na noite de anteontem as primeiras piadas sobre o presidente negro. Coisas como "ele é o primeiro muçulmano a..." Também testou imitação. Parte da platéia do "Daily Show" reclamou.

O "telejornal" se saiu melhor ao questionar o holograma da CNN e outros atentados tecnológicos da cobertura.

Em reportagem hoje no "NYT" sobre "o que é engraçado e o que é permitido sobre Obama", um dos escritores do "Daily Show" diz que, com ou sem o presidente, o programa tem os alvos midiáticos de sempre, como a Fox News, além de tantos democratas no poder em Washington.

    

A coluna e o blog voltam na segunda-feira.

Escrito por Nelson de Sá às 11h37

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Obama, Rússia e o Iraque

O "NYT" volta no tempo e abre manchete para questionar a afirmação da Georgia, aliada americana, de que agiu "defensivamente" contra a Rússia ao invadir a Ossétia do Sul. Relatos apontam ataques "indiscriminados" de mísseis georgianos contra a capital ossetiana.

No Iraque, outro instável aliado americano, o jornal informa que a eleição de Barack Obama já acelera a negociação de um acordo de segurança sobre as tropas americanas.

O "WSJ" destaca o esforço "global" para vencer a desaceleração econômica, com o corte nos juros europeus, manchete no "FT", e com o plano democrata com estímulo de US$ 100 bilhões, manchete do "WP".

 

 

Para as imagens originais, "NYT" ("enlarge this image") e "WP". Com acesso restrito, "WSJ" e "FT". "NYT" e "WP" também no PressDisplay (lista por país, à esq.). E "NYT", "WSJ" e "WP" no Newseum (por Estado americano, à esq.).

Escrito por Nelson de Sá às 09h16

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Dos EUA para Taiwan

No site, manchete para o círculo vicioso da economia americana, com "menos emprego e consumo".

No papel, com manchete e foto sorridente, o enviado da China a Taiwan tem o encontro de "maior nível entre os dois lados", na história, ao receber um presente do "líder da ilha, Ma Ying-jeou".

Escrito por Nelson de Sá às 08h59

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PF vs. PF

Na Folha, "ao investigar o vazamento da Satiagraha, a PF quebrou, sem autorização judicial, o sigilo de jornalistas da Globo no dia do início da operação, que prendeu Daniel Dantas", para "descobrir se o delegado Protógenes Queiroz avisou a TV sobre a operação".

E "Dantas deve seguir livre, decide o Supremo", no "Estado".

Manchete no "Estado" e registro nos demais, o "governo reforça ajuda a empresas para tentar garantir crescimento de 4% no ano que vem", com ampliação de crédito e adiamento de impostos.

Segundo o "Valor", o crédito à exportação reaparece, mas "caro", com empresa média "chegando a pagar 20% de juros ao ano".

Na manchete do jornal econômico, um levantamento de 68 balanços mostra que as empresas vão "entregar o melhor resultado da história no terceiro trimestre, mesmo com a trapalhada dos derivativos".

 

  

Para as imagens originais, Folha ("fac-símile da capa"), "Valor" e "Estado". Com acesso restrito, "Globo". Folha, "Valor", "Globo" e "Estado" também no PressDisplay (lista por país, à esq.). E Folha, "Globo" e "Estado" no Newseum (por país, à esq.).

Escrito por Nelson de Sá às 08h21

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Baixar a bola

"As próximas dez semanas", até a posse em 20 de janeiro, "dão a Mr. Obama uma chance de recalibrar as esperanças do resto do mundo" e também as americanas.

A nova "Economist", com a manchete "Grandes Expectativas", faz o alerta de que "muitos dos mais ardentes apoiadores de Obama serão frustrados", "não-americanos também devem se preparar para desapontamento" e "Obama certamente vai fracassar mais do que ter êxito, como a maioria dos políticos".

Ele não tem alternativa, precisa resistir aos democratas mais extremados do Congresso e evitar o protecionismo, diz. "E a América vai e deve continuar a pôr seus interesses e o de seus aliados em primeiro lugar".

Sobre o Brasil, a "Economist" relata como o aperto no crédito chegou ao "Brasil Inc", o setor privado.

Avalia que a fusão de Itaú e Unibanco aponta que o futuro para as empresas "é mais difícil, mas pelo menos desta vez as finanças públicas não são o problema". Concentra-se novamente nas apostas em derivativos, que causaram a escassez do crédito interno. "É novidade para o Brasil: um problema financeiro criado inteiramente no setor privado, não público. É um progresso, de certo modo."

Leia aqui a íntegra da coluna "Toda Mídia" de hoje.

Escrito por Nelson de Sá às 08h02

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CNN, o império

O canal de notícias, como postado aqui, venceu até as redes NBC e CBS na audiêndia americana da noite da eleição. E agora se prepara para avançar sobre a Associated Press e lançar um serviço de agência de notícias e imagens, CNN Wire, para jornais e telejornais americanos e do mundo, segundo o site Editor & Publisher.

De outra parte, informa o site Pay-TV, a CNN lançou anteontem em Santiago seu primeiro canal inteiramente dedicado a um único país latino-americano. Além da CNN en Español, os chilenos têm agora a CNN Chile, canal 24 horas com 130 jornalistas. Outros podem vir.

Mas não, a Globo "não pode ser acusada de copiar a CNN", se vier a adotar os hologramas, como fez o canal americano na noite da eleição. Daniel Castro registra que "em março a Globo fez Robinho, que estava na Espanha, aparecer no estúdio no Brasil". Só que, "diferentemente da CNN, o material da Globo foi pré-gravado".

Escrito por Nelson de Sá às 11h44

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Trabalhar já

Os quatro jornais abrem com a decisão de Barack Obama de, no primeiro dia depois de ser eleito, correr com a formação de seu "time".

O "NYT" sublinha que "veteranos de Washington", a começar do provável chefe da casa civil, Rahm Emanuel, vão comandar a transição. O "WSJ" também se concentra em Emanuel, que seria o "bad cop" para o "good cop" de Obama. O "FT" acrescenta que ele deve nomear dois republicanos para o primeiro escalão.

Tanto "NYT" como "WSJ" sublinham que os democratas no Congresso, com a representante Nancy Pelosi à frente, prometem uma "agenda agressiva", a começar da regulação das instituições financeiras.

Por outro lado, o "NYT" destaca que Obama, Michele e as filhas estão "conscientes do valor simbólico de serem, pela primeira vez na Casa Branca, uma primeira-família negra". O "WP" conta que, "Através do país, é como uma nova aura".

 

 

Para as imagens originais, "NYT" ("enlarge this image") e "WP". Com acesso restrito, "WSJ" e "FT". "NYT" e "WP" também no PressDisplay (lista por país, à esq.). E "NYT", "WSJ" e "WP" no Newseum (por Estado americano, à esq.).

Escrito por Nelson de Sá às 10h23

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Crise e duas guerras

Abrindo manchete de lado a lado e foto, também o "China Daily" deu sua capa, hoje, para a vitória de Barack Obama, "Mudança chegou". Alerta que ele "enfrenta desafios enormes com a profunda crise econômica e duas guerras arrastadas".

No site do jornal estatal, a queda em Wall Street pelos "temores pós-eleitorais" sobre como Obama "vai ajudar".

Escrito por Nelson de Sá às 09h33

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Mudança de geração

Na Folha, a avaliação de que a vitória histórica de Barack Obama "afasta conservadores e derrota racismo". Para Claudia Antunes, "o pulo-do-gato foi explorar a nova demografia americana", com os votos dos eleitores de até 30 anos, negros e latinos.

No "Valor", o dilema econômico de Obama nas próximas semanas: cortar gastos, por estabilidade fiscal, ou gastar para reanimar a economia.

Na especulação sobre nomes do primeiro escalão, o jornal diz que Tim Geithner pode ser secretário do Tesouro, também em "mudança de geração". O "Estado" sublinha, por outro lado, que primeiros nomes trabalharam antes com Bill Clinton.

 

 

Para as imagens originais, Folha ("fac-símile da capa"), "Valor" e "Estado". Com acesso restrito, "Globo". Folha, "Valor", "Globo" e "Estado" também no PressDisplay (lista por país, à esq.). E Folha, "Globo" e "Estado" no Newseum (por país, à esq.).

Escrito por Nelson de Sá às 08h47

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CNN, o retorno

O blog TV Newser fez até piada, ao postar os dados da audiência na cobertura da noite da eleição, nos Estados Unidos: "Talvez tenham sido os hologramas".

A CNN totalizou 12,3 milhões de telespectadores, perdendo por muito pouco de uma única rede, a ABC, que alcançou 13,1 milhões. A rede NBC veio em terceiro, com 12 milhões. Em patamar já mais baixo, no levantamento da Nielsen, o canal de notícias Fox News marcou 9 milhões; a rede CBS, 7,8 milhões; e o canal MSNBC, 5,9 milhões. No total, 65 milhões acompanharam a cobertura pela televisão.

Segundo a AP, a CNN dobrou a audiência em relação à cobertura da eleição presidencial de 2004.

Leia aqui a íntegra da coluna "Toda Mídia" de hoje. A coluna de ontem, que havia sido postada sem os links, foi corrigida.

Escrito por Nelson de Sá às 08h36

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A crise chegou

Daniel Castro informa na Folha que "a Band demitiu mais de 200 profissionais da área de teledramaturgia, que só não foi extinta porque permaneceram o diretor e a produtora-executiva".

Flávio Ricco acrescenta no UOL que "vem mais por aí" e a Band pretende, nos próximos dias, "realizar ajustes nas diversas áreas de produção", com cortes de até 15%. Na mesma linha, sob o título "Valeu o passeio":

_ As redes que freqüentaram as últimas feiras de TV já sentiram os efeitos da crise mundial. E uma crise de mão dupla: não conseguem vender nem comprar. Durante a Mipcom, em Cannes, muita gente apenas respirou ares europeus. Negócio que é bom, nada.

Escrito por Nelson de Sá às 11h31

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O presidente negro, lá

Nas edições finais de Folha, "Globo" e "Estado", a vitória de Obama, com registros como "Brasileiros votam em democrata e o comparam a Lula" e "Eleito herdará uma economia em frangalhos".

O "Valor" dá na manchete que "as medidas para impedir o agravamento da crise estão surtindo efeito, o dinheiro começou a fluir entre as instituições financeiras globais e a Bovespa, uma das mais castigadas pela fuga dos investidores externos, recobrou parte do vigor".

Em entrevista, a ministra Dilma Rousseff afirma que o governo já executa política anticíclica e vai manter investimentos.

 

 

Para as imagens originais, Folha ("fac-símile da capa"), "Valor" e "Estado". Com acesso restrito, "Globo". Folha, "Valor", "Globo" e "Estado" também no PressDisplay (lista por país, à esq.). E Folha, "Globo" e "Estado" no Newseum (por país, à esq.).

Escrito por Nelson de Sá às 10h43

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"E eu pessoalmente..."

No site do "China Daily", "Democrata Obama vence a presidência" e será "o primeiro presidente negro na história dos EUA". O presidente Hu Jintao enviou mensagem, dizendo que "o governo chinês e eu pessoalmente damos grande importância às relações China-EUA". Também o primeiro-ministro Wen Jiabao, sublinhando que as relações resguardam "a paz, a estabilidade e a prosperidade". O comentário do jornal, "Queremos o bem de Obama", abre dizendo que "nós também estamos excitados com a vitória esmagadora".

No papel, foto da votação nos EUA, mas manchete para China e Taiwan.

Escrito por Nelson de Sá às 10h27

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O presidente negro (afro-americano)

No "NYT", "Obama - Cai a barreira racial em vitória decisiva - Democratas no Congresso aumentam poder".

Também "Depois de décadas, hora de colher os frutos", sobre a luta por direitos civis, "Sem tempo para louros, agora vem a parte difícil" e "Para muitos no exterior, um ideal renovado".

No "WP", "Obama faz história - EUA elegem decisivamente o primeiro presidente negro - Democratas aumentam o controle do Congresso".

Também "A história da América dá lugar a seu futuro", sobre a luta por direitos civis, "Resposta contida à crise financeira selou a eleição" e "Escolhas difíceis e desafios seguem-se ao triunfo".

No "WSJ", "Obama arrebata vitória histórica - Nação elege seu primeiro presidente afro-americano em meio a comparecimento recorde; Desordem na economia domina preocupações dos eleitores".

Também "Democratas aumentam maiorias no Congresso", "Quando a crise chegou ao pico, a maré mudou contra McCain" e "Viciados em campanha enfrentam o dia seguinte", sobre os consumidores de notícias.

No "FT", "Obama arrebata a caminho da vitória - Democratas na direção de uma vitória histórica - Partido amplia seu poder no Congresso".

   

 

Para as imagens originais, "NYT" ("enlarge this image") e "WP". Com acesso restrito, "WSJ" e "FT". "NYT" e "WP" também no PressDisplay (lista por país, à esq.). E "NYT", "WSJ" e "WP" no Newseum (por Estado americano, à esq.).

Escrito por Nelson de Sá às 08h58

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Fox News "chama" Obama

Uma vez mais, a maior tensão no dia da eleição americana, que foi possível acompanhar e vivenciar no Brasil por CNN e Fox News, se concentrou diante dos canais _e das redes_ que seguiam "chamando" os Estados para este ou aquele candidato.

A Pensilvânia, que poderia pender para John McCain, saiu para Barack Obama na NBC e na ABC. E nada do decisivo Ohio, que também já havia fechado as urnas.

Até que os republicanos Britt Hume e Karl Rove, âncora e comentarista da Fox News, pouco depois da meia-noite, "chamaram" Ohio para Obama. Depois CBS. Depois NBC e ABC. Por fim, a CNN.

A TV americana, que sempre usa eleições e guerras para estrear tecnologias de cobertura, escorregou ontem.

Como anunciado para sites e jornais, a CNN surgiu com sua grande aposta por volta das 22h30: um link com uma correspondente levada ao próprio estúdio, como holograma. A projeção da repórter Jessica Yellin, em Chicago, conversou com o âncora Wolf Blitzer, no estúdio da CNN em Nova York. O efeito especial, cercado por uma aura branca na tela, evocou "Star Wars", mas o primeiro filme, de 1977, com a princesa Lea. Foi ironizado até na home do "NYT".

Desta campanha, assim, a maior inovação ficou ainda com a "parede mágica" da mesma CNN em fevereiro _e já imitada por Fox News, com seu "Billboard", e até Globo.

Leia aqui a íntegra da coluna "Toda Mídia" de hoje.

Escrito por Nelson de Sá às 08h45

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O pastor guloso

Flávio Ricco postou ontem no UOL que a Record reassumiu a vice-liderança em outubro, segundo dados consolidados para a Grande São Paulo. Pela ordem, a Globo tem 13,86 pontos; a Record, 6,57; o SBT, 5,59.

Já Lauro Jardim posta hoje na Veja.com, sem identificar se é audiência nacional ou da Grande São Paulo, identificando ser audiência nacional, que a Globo "reina" com 15, a Record tem 5,8 e o SBT tem 5,7. "Mas o Ibope recomenda o arredondamento" para 6, dos dois últimos.

Na cobertura, com ou sem vice-liderança, o jogo se dá entre Globo e Record. Patrícia Kogut postou ontem no Globo Online que a atriz Luana Piovani, da Globo, deu entrevista para um novo quadro do "Hoje em Dia", da Record, e depois se negou a assinar a "autorização do direito de imagem". A estréia do quadro foi adiada.

E hoje Daniel Castro informa na Folha que a nova série da Globo, "Ó Pai, Ó", irritou evangélicos por mostrar "um pastor guloso e sedento por dinheiro". Para um dos religiosos que questionaram o programa, a rede ridiculariza evangélicos porque "sua liderança foi abalada pelo crescimento da TV do bispo Macedo".

Escrito por Nelson de Sá às 10h43

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"Meltdown"

Hoje no "WSJ", na chamada de primeira página e abrindo a reportagem, acima, na capa do caderno "Money & Investing":

_ Mal passou uma semana, desde que asseguraram aos investidores que sobreviveriam intactos à crise financeira global, e dois dos maiores bancos brasileiros concordaram em se fundir, sublinhando como o derretimento está refazendo rapidamente até sistemas que se pensava estarem imunes à crise. No acordo anunciado segunda-feira, o segundo maior banco não estatal, Itaú, vai comprar seu rival menor, Unibanco.

Escrito por Nelson de Sá às 10h29

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O vencedor: a internet

Sem anunciar "favorito", o "NYT" destaca que a eleição de 2008 mudou a política, em grande parte por conta da internet:

_ A campanha reescreveu as regras sobre como atingir os eleitores, levantar dinheiro, organizar apoiadores, lidar com a cobertura, levantar e moldar a opinião pública, lançar e resistir a ataques.

No site Huffington Post, Arianna Huffington proclamou ontem que a eleição já tem um vencedor: a internet.

"WSJ", como o "FT", sublinha que novos dados negativos da economia real devem levar o eventual vencedor a agir antes da posse.

 

Para as imagens originais, "NYT" ("enlarge this image") e "WP". Com acesso restrito, "WSJ" e "FT". "NYT" e "WP" também no PressDisplay (lista por país, à esq.). E "NYT", "WSJ" e "WP" no Newseum (por Estado americano, à esq.).

Escrito por Nelson de Sá às 09h37

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A China se volta para dentro

Na foto do "China Daily", os negociadores de Pequim e Taipei sorrindo, de rosto colado, e prometendo "trocar confrontação por cooperação". No site, os acordos assinados hoje entre China e Taiwan para estabelecer vôos diretos e linhas marítimas comerciais.

Sobre a crise, "o governo vai estudar políticas para estimular a demanda interna".

Escrito por Nelson de Sá às 09h24

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O maior, o maior, o megabanco

Na Folha, "a crise global ajudou a acelerar o negócio".

Em registro abaixo da manchete no "Valor", "Itaú terá maior fatia da nova instituição" e, para analista, "embora anunciada como fusão de iguais, a impressão que fica é de que o Itaú comprou o Unibanco".

 

 

Para as imagens originais, Folha ("fac-símile da capa"), "Valor" e "Estado". Com acesso restrito, "Globo". Folha, "Valor", "Globo" e "Estado" também no PressDisplay (lista por país, à esq.). E Folha, "Globo" e "Estado" no Newseum (por país, à esq.).

Escrito por Nelson de Sá às 08h41

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"What if"

No site Gawker e acima, o pôster criado por um publicitário, Tor Myhren, para perguntar: "E se Obama fosse um cara branco e John McCain, um senhor negro?".

Registre-se que, ao menos para Pedro Bial, ontem no "Jornal Nacional" de Ali Kamel, Obama não é "nem branco nem negro".

Leia aqui a íntegra da coluna "Toda Mídia" de hoje.

Escrito por Nelson de Sá às 08h32

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Apesar da crise

Os anunciantes, com a crise, "tendem a ser mais conservadores", noticia o site Tela Viva, com levantamento junto a executivos da Associação Brasileira de Anunciantes, semana passada: "54% dizem que as empresas terão postura de manter ou reduzir investimentos, enquanto 46% respondem que devem manter ou aumentar".

E por enquanto, na manchete de hoje do site Meio & Mensagem, "apesar da crise, agências mantêm ritmo de contratações".

Quanto à audiência, virou problema de Miguel Falabella. Dias atrás no Globo Online, Patrícia Kogut deu "nota zero" para a novela por ser "muito sombria, com várias noturnas e a maioria das seqüências em estúdio". Hoje no Zapping, de Fabíola Reipert, "comenta-se nos bastidores da novela que Falabella se desentendeu com um de seus colaboradores".

Na Folha, Daniel Castro ouviu o próprio Falabella, sobre pesquisas com grupos de telespectadores, que constataram rejeição ao protagonista:

_ O maior problema foi ter tentado criar um herói comum, coisa que as telespectadoras não aceitam.

Escrito por Nelson de Sá às 12h00

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"O maior do hemisfério!"

Notícia do dia, nas manchetes de Folha Online e demais, nasceu hoje "o maior grupo financeiro do hemisfério", "o maior banco privado do hemisfério sul" etc. Ao lado, do site do Itaú, a estrutura do grupo após a operação.

Na análise de imediato no UOL, Itaú e Unibanco dão continuidade "ao processo de concentração bancária". O portal ouve, de especialista:

_ A crise impulsionou essa operação, criou condições propícias para isso. Poderia haver rejeição por parte dos acionistas, mas, num momento de crise, qualquer medida para fortalecimento ganha apoio dos acionistas. (Os problemas da AIG) prejudicaram um pouco a imagem do Unibanco.

Nas Globos, Míriam Leitão cita que a operação "se acelerou devido à crise bancária" e justifica que "nestes casos o melhor movimento é preventivo e surpreendente". O Itaú terá "provavelmente parte maior, pois o Unibanco teve quedas maiores". Ouviu Pedro Malan, ex-ministro de FHC que "fará parte, certamente, do novo grupo":

_ O Unibanco foi procurado por vários, mas achou melhor outro grupo nacional com quem sempre compartilhou valores.

Escrito por Nelson de Sá às 11h36

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Obama na frente

O "NYT" mostra Barack Obama e John McCain "batalhando em todas as frentes", a um dia da eleição, mas sublinha que o "Partido Republicano se debate para salvar cadeiras" no Congresso.

O "WSJ", como também o "FT", abre com Obama em "liderança sólida", mas registra que a diferença "está diminuindo".

 

 

Para as imagens originais, "NYT" ("enlarge this image") e "WP". Com acesso restrito, "WSJ" e "FT". "NYT" e "WP" também no PressDisplay (lista por país, à esq.). E "NYT", "WSJ" e "WP" no Newseum (por Estado americano, à esq.).

Escrito por Nelson de Sá às 09h39

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O pior ano

O "China Daily" de papel abre com a previsão do primeiro-ministro Wen Jiabao, de que vem aí "o pior ano para o crescimento". Ele diz que é preciso "encontrar o equilíbrio correto entre conter a inflação e manter um crescimento estável".

No site, a "visita histórica" a Taipei do enviado de Pequim, com foto, para negociar "relações mais fortes" entre Taiwan e China.

Escrito por Nelson de Sá às 09h38

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Bancos vs. empresas vs. impostos

No "Valor", as taxas de juros do crédito para empresas dispararam em outubro. "Os grandes bancos brasileiros se retraíram, tornaram-se mais rigorosos e elevaram os spreads em até dois pontos percentuais."

A Folha abre novamente com o pedido da Confederação Nacional da Indústria, por mais prazo para o recolhimento de impostos das empresas. Um estudo da Receita chega amanhã ao ministro Guido Mantega.

 

 

Para as imagens originais, Folha ("fac-símile da capa"), "Valor" e "Estado". Com acesso restrito, "Globo". Folha, "Valor", "Globo" e "Estado" também no PressDisplay (lista por país, à esq.). E Folha, "Globo" e "Estado" no Newseum (por país, à esq.).

Escrito por Nelson de Sá às 08h40

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"Obama has won..."

Enquanto blogs de mídia debatem se John McCain pode vencer e deixar a mídia americana em situação difícil, por ter indicado vitória de Barack Obama, a tira de Garry Trudeau, "Doonesbury", diz que o democrata venceu, ponto.

A tira para publicação na quarta-feira, dia seguinte à eleição, mostra soldados no Iraque diante de uma TV que anuncia "E agora é oficial - Barack Obama venceu...". Na imagem à esq., um deles comenta, "Filho da mãe. Que grande, grande dia! Nós conseguimos!". A tira já foi enviada a "Washington Post", "Los Angeles Times" e outros _e seu autor tem "encorajado os editores a escolher a esperança sobre o medo". O "WP" vai publicar, o "LAT", não.

Leia aqui a íntegra da coluna "Toda Mídia" de hoje.

Escrito por Nelson de Sá às 08h30

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Blog da coluna "Toda Mídia" (assinantes Folha e UOL), de segunda a sexta, pela manhã, escrito pelo jornalista Nelson de Sá.

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