Toda Mídia
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"Nós éramos felizes e não sabíamos"

Na semana passada, José Bonifácio de Oliveira, o Boni, escreveu no Bloglog sobre a criatividade de autores e atores nas novelas que produzia, tempos atrás, e postou o título em maiúsculas "Nós éramos felizes e não sabíamos". Foi a primeira vez em que ele tratou de teledramaturgia, até onde foi possível levantar.

E ontem, "depois de muitos anos, passou toda a manhã no Projac, correndo vários setores". Sob o título "Boni na Globo", o Canal 1 sublinha no UOL que "ele foi um dos idealizadores daquilo tudo" e que "é sempre uma visita que causa surpresa e especulação".

A coluna e o blog voltam na segunda-feira.

Escrito por Nelson de Sá às 11h04

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Terror na capital financeira

Nas manchetes dos quatro jornais, a volta do terror. "NYT" e "WP" ressaltam as operações militares na Índia para resgatar sobreviventes.

O "FT" destaca e o "NYT" traz em análise a acusação indiana ao Paquistão, expressa pelo próprio primeiro-ministro, o que ameaça a estratégia americana de diminuir a tensão regional. O "WP" ouve analistas que também apontam "ajuda externa".

Com a mesma foto do "NYT", com indianos se protegendo de tiros diante do hotel Taj Mahal, o "WSJ" sublinha que o terror islâmico "paralisa a capital econômica" num "revés para as ambições financeiras de Mumbai".

Sobre a crise, o "NYT" noticia que o comércio nova-iorquino oferece "grandes descontos e reza" e o "FT" dá manchete lateral para a União Européia que prepara novo corte nos juros.

 

 

Para as imagens originais, "NYT" ("enlarge this image") e "WP". Com acesso restrito, "WSJ" e "FT". "NYT" e "WP" também no PressDisplay (lista por país, à esq.). E "NYT", "WSJ" e "WP" no Newseum (por Estado americano, à esq.).

Escrito por Nelson de Sá às 10h00

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A volta do terror

Em foto e manchete no "China Daily" de papel, a volta do terror com os 12 ataques e 125 mortos (agora pela manhã, 143) em Mumbai, na Índia.

No site do jornal estatal, o presidente Nicholas "Sarkozy é o culpado pelo adiamento da cúpula com a União Européia". Foi seu "plano negligente" de se encontrar com o Dalai Lama que "forçou Pequim a tomar a decisão sem precidente".

Escrito por Nelson de Sá às 09h40

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Crédito, crédito

Abrindo o "Valor", "exportadores passam a depender do Banco Central para obter crédito". Foram quatro leilões em um mês, US$ 5,5 bilhões, e os bancos que repassam as linhas, como o Bradesco, cobram mais. No Valor Online, a cobrança de Henrique Meirelles ontem em jantar da federação dos bancos pelo crédito que "continua caro".

O jornal destaca que a Justiça concedeu liminar contra o Santander pedida por empresa que perdeu em operações com derivativos.

No "Globo" e no "Estado", o ataque do senador tucano Tasso Jereissati, um dia antes, ao empréstimo da Caixa à Petrobras.

No alto da capa do "Estado", "Juíza relata tentativa de corrupção de Daniel Dantas". Ela "descreve a proposta como 'extremamente vantajosa' e narra ameaças e 'pressão psicológica'".

Em foto e manchete na Folha, a operação que resgatou reféns no hotel Taj Mahal, em Mumbai, na volta do terror ao noticiário global.

 

 

Para as imagens originais, Folha ("fac-símile da capa"), "Valor" e "Estado". Com acesso restrito, "Globo"Folha, "Valor", "Globo" e "Estado" também no PressDisplay (lista por país, à esq.). E Folha, "Globo" e "Estado" no Newseum (por país, à esq.).

Escrito por Nelson de Sá às 08h55

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S.O.S. telejornal

A Defesa Civil divulgou ao longo do dia de ontem números conflitantes e os sites de notícias alternaram 99, 100, 101 mortos em Santa Catarina.

 

Sem atentar às estatísticas, a cobertura de televisão se concentrou nas demonstrações de solidariedade, seguindo Lula, caso da Globo, que enviou William Bonner a Blumenau para o "Jornal Nacional". A Record veio com Britto Jr. e "diretores da emissora" em Itajaí, lançando seu próprio programa "S.O.S. Santa Catarina" no "Jornal da Record".

No exterior, por outro lado, a tragédia já dá lugar ao temor de impacto na exportação. O "Financial Times" alertou em reportagem que a região "chave para a agricultura pode enfrentar meses de dificuldades" no envio de seus produtos. Sites de comércio como Lloyd's List seguem sem parar as reuniões da "corrida para reabrir o porto de Itajaí".

Leia aqui a íntegra da coluna "Toda Mídia" de hoje.

Escrito por Nelson de Sá às 08h18

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Al Qaeda e a mídia liberal

O blog Counterterrorism monitorou os fóruns de discussão (message boards) da Al Qaeda depois do vídeo em que o segundo homem da organização atacou Barack Obama como um "negro caseiro". Não registrou qualquer restrição ao vídeo, mas notou uma "mudança irônica":

_ Depois de acompanharem a cobertura da imprensa internacional sobre o incidente, os militantes agora atacam a mídia por seu enviesamento "injusto" em favor de Obama e por "confundir" deliberadamente a mensagem de Ayman al-Zawahiri.

O Gawker ironiza sob o título "Terroristas enojados com a mídia liberal" que os fóruns da Al Qaeda, como Ekhlaas e Firdaws, soam "exatamente" como os fóruns republicanos, por exemplo, do blog The Corner.

Escrito por Nelson de Sá às 11h59

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Expansão vs. corte

Nos sites Meio & Mensagem e Propaganda & Marketing, "RBS anuncia aquisição de empresas em São Paulo", de mídia, fora dos limites de Rio Grande do Sul e Santa Catarina que evitavam concorrência direta com as Organizações Globo. Entre outros, comprou o portal Guia da Semana.

A internet é "caminho prioritário para a expansão", diz o diretor Eduardo Sirotsky, e as aquisições são parte da "estratégia de crescimento".

Por outro lado, informa Daniel Castro na Folha:

_ A crise financeira emperrou o processo de confecção do orçamento da Globo para 2009, em andamento desde setembro. Todas as unidades orçamentárias (como programas) já entregaram suas propostas, mas, até agora, nenhuma delas foi aprovada pela cúpula. O problema enfrentado pelos analistas da Globo é a falta de cenários para 2009, porque não se tem uma dimensão exata da crise no Brasil. Enquanto isso, nos bastidores, especula-se sobre cortes nas verbas dos programas menos rentáveis.

E sob o título Corte Fabíola Reipert anota que a atriz "Giovanna Antonelli está se mudando de uma casa no Recreio para um apartamento na Barra" e "já começou a demitir parte de seus oito empregados".

Escrito por Nelson de Sá às 11h28

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A volta do terror

"NYT" e "WP" abrem com os "ataques terroristas" que mataram pelo menos cem na Índia, visando "americanos e britânicos", em parte, e concentrados na região mais abastada de Mumbai.

Os dois jornais têm como segundo destaque o impacto para os americanos comuns do pacote para a habitação lançado no dia anterior. O "NYT" alerta que nem todos podem renegociar dívidas através do programa e que ele deve demorar para começar a andar.

 

Para as imagens originais, "NYT" ("enlarge this image") e "WP". Também no PressDisplay (lista por país, à esq.) e no Newseum (por Estado americano, à esq.). "WSJ" e "FT" não circulam nos EUA hoje, Dia de Ação de Graças.

Escrito por Nelson de Sá às 10h25

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Em deterioração

A manchete on-line noticia agora que as ações chinesas chegaram a subir após o "maior corte de juros em 11 anos no país", na manchete de papel, "mas perderam a maior parte dos ganhos com o ressurgimento das preocupações".

Nesta quinta, o governo chinês divulgou que o risco de desaceleração está aumentando "e alguns indicadores se deterioraram em novembro". Exemplifica com a paralisação de uma usina de aço de US$ 3 bilhões recém-construída em Ma'anshan.

Escrito por Nelson de Sá às 10h07

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A crise e as empresas

Em seqüência à série sobre as empresas atingidas pelas operações com derivativos, iniciada ontem com a Aracruz, o "Valor" destaca na manchete lateral a suspeita de que a Sadia usou "informação privilegiada em negociação com ações antes da divulgação das perdas".

Destaca também como as "apostas que deram prejuízos de R$ 2,2 bi" à Votorantim já levam ao questionamento do "modelo de gestão montado para acomodar os oito integrantes da terceira geração" da família Ermírio de Moraes. E destaca o fim da parceria entre Unibanco e AIG.

De outro lado, no alto da Folha, a "informação divulgada pelo senador Tasso Jereissati no plenário" de que a Petrobras "está sofrendo um problema de caixa seríssimo e pegou dinheiro da Caixa". A estatal negou problema de liqüidez e "informou que se trata de operação normal".

Ainda sobre a crise, o "Valor" abre manchete para a decisão do conselho do FGTS de se tornar "investidor direto" em empresas de saneamento. Elas estariam hoje sem "condições de tomar financiamento, o que tem empacado os investimentos".

Folha, "Globo" e "Estado" publicam imagens de Santa Catarina e seguem caminhos diversos nas manchetes _com os atentados na Índia, o processo no Supremo contra um ministro do Superior Tribunal de Justiça e a nomeação de um comitê anticrise por Barack Obama.

 

 

Para as imagens originais, Folha ("fac-símile da capa"), "Valor" e "Estado". Com acesso restrito, "Globo"Folha, "Valor", "Globo" e "Estado" também no PressDisplay (lista por país, à esq.). E Folha, "Globo" e "Estado" no Newseum (por país, à esq.).

Escrito por Nelson de Sá às 09h04

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Os russos estão chegando

A chinesa CCTV tem sua versão em inglês, também a Al Jazeera e agora a Rússia. A turnê de Dmitri Medvedev pela América Latina é acompanhada pelo canal estatal Russia Today, já com página no YouTube.

De ontem, destacou "futebol, armas e gás", como os três gols ou o "hat trick" do presidente no Brasil, e a confirmação de reunião dos Brics na Rússia. Nas imagens, além de Lula e da "photo-op" futebolística, a reunião com a Petrobras de José Sérgio Gabrielli, que fechou acordo com a gigante Gazprom, que já foi presidida pelo próprio Medvedev.

O acordo foi noticiado também nas agências ocidentais e na "Forbes", esta avisando que os EUA devem "seguir os russos em direção à energia latino-americana". Já o "Los Angeles Times" trouxe o editorial "Interesse da Rússia na América do Sul deveria alertar EUA", ou melhor, Barack Obama. Fala em "vácuo" que está sendo preenchido também pela China.

Por outro lado, o cubano Raúl Castro e o venezuelano Hugo Chávez, outras duas pernas da turnê de Medvedev, conversaram com o ator Sean Penn para um longo relato que virou manchete ontem da americana "The Nation", também já na página da revista no YouTube, Videonation.

Na notícia que mais ecoou pelas agências, das entrevistas do ator, o dirigente de Cuba afirmou, sobre Obama: "Precisamos nos encontrar e começar a resolver nossos problemas". Sugeriu, em provocação, que a primeira reunião seja em Guantánamo.

Leia aqui a íntegra da coluna "Toda Mídia" de hoje.

Escrito por Nelson de Sá às 08h45

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Natal racional

O site Meio & Mensagem destaca pesquisa Ibope com consumidoras de seis capitais, das classe A, B, C e D, prevendo um "Natal racional" no Brasil. Em números, 68% das mulheres prometem ficar dentro do orçamento e 17% pretendem fazer um planejamento prévio "para usar a razão quando estiverem nas lojas".

Para 2009, "otimismo prudente": 45% prevêem um ano melhor; 29%, muito melhor; 15%, igual. Para "apenas 11%", pior; 2%, muito pior.

Por outro lado, segundo o site Tela Viva, a primeira novela do SBT com texto original em nove anos, "Revelação", estréia dia 8 "ainda sem nenhuma cota de publicidade vendida". Mas a autora, Iris Abravanel, mulher de Silvo Santos, saúda o investimento:

_ O SBT só passava enlatados, o público se cansou disso. Precisávamos trazer vida à teledramaturgia do SBT, a cidade cenográfica estava se decompondo.

O diretor de teledramaturgia diz que a rede vai manter ativo o núcleo e que o próximo projeto envolve novelas radiofônicas de Janete Clair.

Na mesma linha, segundo o Pay-TV, os 12 canais da Turner do Brasil, com atrações como o Oscar, registram dificuldade maior em fechar os pacotes de publicidade, comercializando até agora três pequenos. Diz seu vice-presidente regional que "os maiores anunciantes estão mais cautelosos, esperando para ver o que vai acontecer".

Para 2009, de sua parte, a Turner vai aumentar o investimento em conteúdo nacional, inclusive novela, de olho na nova classe média. "Os operadores estão expandindo as suas ofertas para novos públicos, como a classe C, e queremos acompanhar essa demanda."

Escrito por Nelson de Sá às 11h29

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Reação em cadeia

Os quatro abrem com o pacote de US$ 800 bilhões, que busca "estimular tomada de empréstimo", no "FT", "reativar empréstimo ao consumidor", no "WP", ou "mira hipotecas e consumidores", no "NYT" _este com foto de operador de Wall Street ocupado diante do anúncio do plano pelo secretário do Tesouro.

Na avaliação do "WSJ", com tradução no "Valor", o pacote levou "imediatamente" à queda nas taxas das hipotecas e a uma "reação em cadeia" pela economia, iniciando uma "corrida por refinanciamento". Paralelamente, registra, até "pode ajudar estudantes, compra de carros, pequenos negócios".

Por outro lado, com foto de fila num programa de distribuição de alimentos, o "WP" destaca que o uso do cupons de alimentação ("food stamps") pelos americanos é o maior da história.

 

 

Para as imagens originais, "NYT" ("enlarge this image") e "WP". Com acesso restrito, "WSJ" e "FT". "NYT" e "WP" também no PressDisplay (lista por país, à esq.). E "NYT", "WSJ" e "WP" no Newseum (por Estado americano, à esq.).

Escrito por Nelson de Sá às 09h40

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Mais corte nos juros, agora "massivo"

Na manchete on-line do jornal estatal, "China corta taxas de juros em 1,08% para ajudar o crescimento". Foi uma "redução massiva" pelo banco central, "num esforço para retomar os investimentos de capital, estimular o mercado residencial e acelerar o consumo doméstico".

Em destaque na home, "Descussão: a China está a caminho de recessão?", com link para fórum. Na versão em papel, a previsão de crescimento menor feita pelo Banco Mundial e quadro com a equipe de Barack Obama.

Escrito por Nelson de Sá às 09h27

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O maior pacote da história

A Folha abre com a "calamidade" em Santa Catarina, ilustrada por foto de saque a supermercado, também na capa do "Globo", que fala em "caos". No "Estado", as operações de resgate envolvendo 15 helicópteros.

Nas manchetes de "Estado" e "Globo" e em destaque no "Valor" e na Folha, o pacote de US$ 800 bilhões nos EUA, "o maior da história", para estimular o crédito ao consumidor e sobretudo injetar recursos nas companhias hipotecárias.

Na manchete do "Valor", "a crise afugentou muitos investidores, mas para alguns gestores que aplicam em ações e participações o mercado não oferecia tantas oportunidades há muito tempo". Relata que HSBC, Gávea e outros fundos nacionais e estrangeiros estão entre os que aproveitam para comprar posições em companhias com "futuro mais promissor".

 

  

Para as imagens originais, Folha ("fac-símile da capa"), "Valor" e "Estado". Com acesso restrito, "Globo"Folha, "Valor", "Globo" e "Estado" também no PressDisplay (lista por país, à esq.). E Folha, "Globo" e "Estado" no Newseum (por país, à esq.).

Escrito por Nelson de Sá às 08h46

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Pacote até para a TV?

O "Variety", semanário da indústria cultural dos EUA, já se pergunta, em título, se as "Redes precisam de resgate?". Sublinha que ABC, NBC e CBS não vinham bem, com queda de audiência, e a crise financeira, atingindo "três dos maiores anunciantes da televisão", GM, Ford e Chrysler, formou a "tempestade perfeita".

Já o canal de notícias Fox News segue líder de audiência _e agora com pesquisa Zogby dizendo que ele tem a confiança de 39,3% dos telespectadores contra 16% da CNN, segundo o TV Newser.

E seu diretor Roger Ailes, que vem de renovar contrato por cinco anos, confirmou ao "Los Angeles Times" que "todo presidente precisa de um tempo", comentando a notícia do "Daily News" de que ele instruiu a redação a conter os ataques a Barack Obama.

Leia aqui a íntegra da coluna "Toda Mídia" de hoje.

Escrito por Nelson de Sá às 08h32

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Degradação e renovação

Daniel Castro informa na Folha que "está prevista para quinta-feira, na Câmara, a audiência pública que discutirá a renovação das principais concessões do país, como as cinco da Globo". A ONG Intervozes promete levar "casos de violação de direitos" contra minorias, de quilombolas a deficientes. E Flávio Ricco opina:

_ Ninguém estranhamente repercutiu o que foi dito pelo presidente Lula: “Qual é o processo de educação que nós aprendemos quando ligamos uma televisão no Brasil? Nenhum. O que assistimos, em muitos casos, é um processo de degradação da estrutura da família brasileira”. Mas quem dá as concessões? Quem renova? Quais as obrigações impostas? Este é um assunto que deve ser discutido com profundidade, enfiando a mão na ferida política e nos votos que sempre orbitam em torno dele.

Por outro lado, Patricia Kogut postou hoje que "não foi desta vez que o Brasil", a Globo, "levou o Emmy". No lugar de "Paraíso Tropical" como melhor novela, "uma produção jordaniana foi contemplada". E "a Argentina recebeu pela primeira vez o troféu, na categoria minissérie".

Ontem, o blog trazia foto do diretor da novela, Dennis Carvalho, na festa em Nova York, antes da entrega do "prêmio mais importante da TV".

Escrito por Nelson de Sá às 09h30

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O poder da TV

De Laurindo Lalo Leal Filho, professor da USP, no site Carta Maior:

_ As empresas de radiodifusão conseguiram acabar com um dos quatro fusos horários existentes no Brasil, só para não ter que alterar muito suas grades de programação. Mexeu-se com a vida diária de milhões de pessoas, que passaram a acordar de madrugada e sair de casa no escuro, apenas para não resvalar nos interesses das emissoras.

Escrito por Nelson de Sá às 09h11

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Obama & Bush (& Citigroup)

"NYT" e "WP" abrem com a notícia de que as equipes de Barack Obama e George W. Bush já "trabalharam em conjunto" no resgate do Citigroup. O segundo sublinha que o atual e o futuro secretário do Tesouro têm uma "história comum", o que abriu caminho para a operação.

O "WSJ" acrescenta que o Citigroup enfrenta pressão por cortes e que as negociações começaram por "temor de êxodo de clientes". O "FT" sublinha que o resgate, feito para conter "crise de confiança", iniciou uma recuperação mundial nas Bolsas.

Saudando os "ganhos da oposição", o "WSJ" destaca que "Chávez permite que rebeldes colombianos tenham poder dentro da Venezuela".

 

 

Para as imagens originais, "NYT" ("enlarge this image") e "WP". Com acesso restrito, "WSJ" e "FT". "NYT" e "WP" também no PressDisplay (lista por país, à esq.). E "NYT", "WSJ" e "WP" no Newseum (por Estado americano, à esq.).

Escrito por Nelson de Sá às 08h32

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Ainda o derretimento financeiro

A manchete do "China Daily" de papel traz o resgate do Citigroup, "a maior ação do governo americano para conter o derretimento financeiro cada vez maior". A manchete on-line diz que a crise pode levar Barack Obama a "adiar o aumento nos impostos para os ricos".

Em destaque menor, a previsão do Banco Mundial de que o crescimento chinês vai desacelerar para 7,5% em 2009, mas o país tem as "ferramentas adequadas" para manter sua economia "saudável".

Escrito por Nelson de Sá às 08h18

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A tragédia

Folha e "Estado" abrem fotos de Santa Catarina e o "Valor" acrescenta que as enchentes pararam o parque têxtil. Cresce o número de mortos e o governo federal deve editar medida provisória de socorro. E os presidenciáveis José Serra e Aécio Neves enviaram seus helicópteros.

Nas manchetes, Folha e "Valor" dão a operação para evitar a "quebra" do Citigroup, que passa a ter o governo americano de "sócio". O "Estado" detalha o pacote que está sendo montado pelos democratas para 2009.

A Folha destaca que a Justiça proibiu o indiciamento de ex-funcionários federais pela secretaria paulista de Segurança, pelo acidente da TAM.

 

 

Para as imagens originais, Folha ("fac-símile da capa"), "Valor" e "Estado". Com acesso restrito, "Globo"Folha, "Valor", "Globo" e "Estado" também no PressDisplay (lista por país, à esq.). E Folha, "Globo" e "Estado" no Newseum (por país, à esq.).

Escrito por Nelson de Sá às 07h40

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Dos cidadãos

Globo e Record mostraram ontem imagens gravadas por cidadãos comuns em Santa Catarina, em meio à "tragédia". Também os portais. Mas é pelo YouTube que se espalham vídeos sem fim, de qualidade irregular, inclusive aqueles que foram parar depois nos telejornais e portais:

Como nos EUA após a passagem do furacão Katrina, o Clic RBS abriu blog para relatos, fotos e vídeos dos "leitores-repórteres". Na manchete catarinense do portal, o número crescente de mortos, listando nomes completos e idades de três a 78 anos _com descrições como "caiu de uma canoa quando passava por uma rua alagada" ou "deslizamento de terra atingiu a residência em que morava a família" de seis, todos mortos.

No relato de Marcelo Bertolo, jornalista cidadão de Itajaí, que fez a foto, "a TV não mostra o que é viver isso, famílias inteiras com as casas alagadas, levadas para abrigos".

 

 

Ecoou pelo mundo, via CNN, BBC, Al Jazeera.

Leia aqui a íntegra da coluna "Toda Mídia" de hoje.

Escrito por Nelson de Sá às 07h03

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O medo da Globo diante do YouTube

Daniel Castro informou na Folha que, "dentro da nova estratégia de usar a internet como ferramenta de convergência e interatividade, o site da Globo será ampliado" e já "dobrou a equipe que se dedica às páginas".

E Flávio Ricco atribuiu declaração ao diretor-geral Octávio Florisbal:

_ Nosso maior medo não é nem a Record nem o SBT, nosso maior medo é o YouTube.

O site de "compartilhamento" realizou no final de semana sua primeira transmissão ao vivo. Abaixo, "highlights".

Escrito por Nelson de Sá às 10h56

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A mais inescrupulosa e a quinta maior

Janio de Freitas escreveu no domingo, diante da assinatura do decreto que altera as regras de telefonia para permitir a compra, que "o favorecimento à Oi e à Brasil Telecom é uma transação mais inescrupulosa do que todas de que possa lembrar".

Já Guilherme Barros escreve hoje, também na Folha, que "a fusão da BrT com a Oi criará a quinta maior companhia de telecomunicação das Américas em valor de mercado", com US$ 11,88 bilhões, segundo a consultoria Economática. A consultoria Teleco sublinha o "ganho de escala" e diz que outras empresas no mercado brasileiro, como Vivo e Claro, já são parte de "grandes grupos".

Escrito por Nelson de Sá às 10h34

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Banco bom, banco ruim

"NYT" e "WSJ" dão manchete e o "WP" dá submanchete para a confirmação pelo governo George W. Bush do "plano radical" e "sem precedentes para estabilizar" o Citigroup, com injeção de US$ 20 bilhões e garantia de US$ 306 bilhões em "títulos tóxicos". O "FT" destaca a divisão do grupo em "banco bom, banco ruim", para deixar ao governo a segunda porção.

Sobre o plano de estímulo de Barack Obama, o "WP" ressalta que pode chegar a US$ 700 bilhões e o "WSJ" fala em US$ 500 bilhões. O "FT" diz que o presidente eleito deve adiar novos impostos.

O "NYT" vai por outra linha e perfila a equipe econômica a ser anunciada hoje, com dois ex-protegidos do secretário do Tesouro de Bill Clinton, Roberto Rubin, mas que "deixam de lado velhas ortodoxias" ultraliberais. No título, "Rubinomics recalculada".

 

 

Para as imagens originais, "NYT" ("enlarge this image") e "WP". Com acesso restrito, "WSJ" e "FT". "NYT" e "WP" também no PressDisplay (lista por país, à esq.). E "NYT", "WSJ" e "WP" no Newseum (por Estado americano, à esq.).

Escrito por Nelson de Sá às 09h32

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Hu e o livre comércio

A manchete on-line abre com o fim da Conferência Ásia-Pacífico (Apec), "Líderes se comprometem com rápida ação econômica", para evitar desaceleração "severa". Por líderes, o site destaca "EUA, China, Japão e outras 18 economias da Ásia e das Américas".

Na versão em papel, também sobre a reunião da Apec no Peru, com foto de Hu Jintao e sua mulher, "o presidente se uniu a outros líderes para prometer respeito aos princípios do livre comércio e ajudar a reanimar a Rodada Doha".

Escrito por Nelson de Sá às 09h20

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Apesar da crise

A Folha abre manchete para as 20 mortes até ontem em Santa Catarina, sob emergência pelas chuvas e com pedido de apoio federal.

"Estado" e "Globo" abrem fotos de Santa Catarina, mas dão manchetes para os novos planos de apoio à economia no Brasil, com a possível redução do IOF para setores em dificuldades, e nos EUA de Barack Obama, para janeiro. A Folha ressalta a notícia do canal CNBC sobre a injeção de bilhões pelo governo George W. Bush no Citigroup.

O "Valor" dá manchete para os investimentos em tecnologia da informação, da Claro ao Banco do Brasil, que serão mantidos e até ampliados no ano que vem, "apesar da crise".

 

  

Para as imagens originais, Folha ("fac-símile da capa"), "Valor" e "Estado". Com acesso restrito, "Globo"Folha, "Valor", "Globo" e "Estado" também no PressDisplay (lista por país, à esq.). E Folha, "Globo" e "Estado" no Newseum (por país, à esq.).

Escrito por Nelson de Sá às 08h40

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O Brasil em 2009

Saiu a edição anual da "Economist" com sua "coleção de previsões" para 2009. Para Brasil e a América Latina, o editor de Américas, Michael Reid, antecipa "um teste difícil de sua resistência recém-encontrada", com a queda na importação dos países ricos. "Das duas grandes economias, o Brasil vai continuar a se dar melhor que o México, mas nenhum vai se dar muito bem." O primeiro cresce "menos que 3%", pela queda no preço das commodities, e o segundo, "menos que 1%", pela vinculação com a indústria americana.

Com chamada na capa, "Lula da Silva" escreve sobre "Bric-building", construindo com tijolos ou os Brics. O brasileiro vê "um papel mundial crescente para os grandes emergentes" _e questiona, sem eles, "a relevância do G8 e do Conselho de Segurança não-reformado, para não falar" de FMI e Banco Mundial. No artigo, Lula começa saudando o crescimento da classe média, agora majoritária, e defende os programas sociais "sob a bandeira Fome Zero", de meio ambiente e biocombustíveis como caminho global para as Metas do Milênio.

A edição especial, com o enunciado "O Mundo em 2009", abre anunciando em editorial o ano de "ajuste para um mundo mudado", na economia. Ressalta que "a mudança de poder para lugares como Brasil, Rússia, Índia e China vai se acelerar e esses países vão esperar maior voz na forma como o mundo é gerido". O crescimento "será menos especular, mas em muitos emergentes vai se manter robusto".

Em seu artigo de previsão, também com chamada de capa, Henry Kissinger, o secretário de Estado que aproximou EUA e China, aposta que "a América será menos poderosa, mas ainda a nação essencial para criar a nova ordem mundial". Avalia que "o G8 vai precisar de um novo papel, abraçando China, Índia, Brasil e talvez a África do Sul" e que "outros países, embora insistindo em seus papéis crescentes, provavelmente vão concluir que uma América menos poderosa ainda continua indispensável".

Leia aqui a íntegra da coluna "Toda Mídia" de hoje.

Escrito por Nelson de Sá às 08h31

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Blog da coluna "Toda Mídia" (assinantes Folha e UOL), de segunda a sexta, pela manhã, escrito pelo jornalista Nelson de Sá.

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